Os danos no carro de Bruno Senna não foram a pior notícia para o brasileiro nesta sexta-feira (21), em Cingapura. No segundo treino livre, em Marina Bay, o piloto da Williams errou na tangência de uma curva e acabou acertando o muro, danificando o lado direito do equipamento e sendo obrigado a deixar a atividade.
Apesar disso, Senna explicou que o estrago no carro não foi tão grande. Na verdade, o pior foi não ter completado uma simulação da corrida nas ruas asiáticas. “Não consegui fazer a simulação de corrida que estava programada. Isso foi o pior de tudo. Ficamos sem informações úteis”, explicou.
Senna lamentou o acidente em Cingapura (Foto: Williams F1)
Bruno disse que o problema aconteceu na segunda volta rápida. Assim que colocou os pneus supermacios, o brasileiro foi obrigado a abortar a volta, já que encontrou o carro de Timo Glock se arrastando pela pista. Para tentar compensar o tempo perdido, o piloto acabou forçando o ritmo e tirou o pé ao passar por uma zebra, causando a batida.
“Dei uma volta lenta para esfriar os pneus e estava na segunda rápida quando encostei no muro. Era um tempo razoável, levando em conta que já estava na quarta volta desses pneus”, relatou.
Por outro lado, a boa notícia do dia foi o 11º lugar no primeiro treino, disputado com pista úmida. Apesar disso, Senna explicou que nem mesmo nesse momento o equipamento estava muito bom, ou seja, a Williams ainda terá muito trabalho pelo restante do fim de semana. “Mesmo nessa hora o carro estava meio fora do ideal. Vamos ter de esperar até amanhã e ver se conseguimos juntar tudo o que temos de melhor. Mas a impressão inicial é que não será fácil, porque tem muita gente competitiva”, encerrou.