F1
19/11/2016 08:51

Banco do Brasil decide não renovar com Sauber e coloca em risco permanência de Nasr na F1 em 2017, diz jornal

De acordo com o jornal ‘Folha de S. Paulo’, o Banco do Brasil decidiu não renovar seu vínculo com a Sauber na temporada 2017 da F1. Com o afastamento da estatal, fica em risco a permanência de Felipe Nasr no Mundial
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
 
Os dois pontos conquistados no GP do Brasil podem mesmo ser decisivos para o futuro de Felipe Nasr na F1. De acordo com o jornal ‘Folha de S. Paulo’, o Banco do Brasil decidiu não renovar seu contrato com a Sauber e tampouco investir em outra escuderia para manter o brasileiro no grid em 2017.
 
De acordo com o texto assinado por Daniel Médice e Paulo Passos, publicado neste sábado (19), o Banco do Brasil chegou a considerar a renovação do acordo, mas com valores e exposição da marca menores, dividindo o pacote com outras estatais. 
Felipe Nasr conta com o apoio do Banco do Brasil desde 2012 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

Segundo a reportagem, a Petrobras chegou a ser procurada, mas não se interessou pelo negócio, já que enfrenta crise e também vem reduzindo seus investimentos. No último dia 10, aliás, o jornalista Américo Teixeira Jr., parceiro do GRANDE PRÊMIO, noticiou a saída da petrolífera da F1, que decidiu encerrar a parceria com a Williams no fim do ano, acompanhando a aposentadoria de Felipe Massa do Mundial.
 
Nasr tem o patrocínio do Banco do Brasil desde 2012 e entende-se que o acordo com a instituição financeira vai até 2019, pelo menos. A instituição financeira, no entanto, averiguou que seu lucro, ainda que bilionário, encolheu 26% nos últimos 12 meses — no último trimestre foram 'apenas' R$ 2,25 bilhões.
 
 
Com a maioria das vagas definidas para 2017, resta para Nasr apenas duas opções: Sauber e Manor. As duas equipes, no entanto, precisam de um aporte financeiro por parte dos pilotos.
 
Os dois pontos conquistados por Nasr em Interlagos colocaram a Sauber à frente da Manor na classificação, no décimo posto do Mundial de Construtores, o que gera uma premiação extra de aproximadamente US$ 20 milhões (cerca de R4 68 milhões).
 
Logo após o GP do Brasil, Xevi Pujolar, chefe da engenharia de pista da Sauber, minimizou os pontos conquistados por Felipe. O espanhol afirmou que, mesmo sem o nono lugar do brasileiro, o futuro da equipe suíça já está assegurado, especialmente depois da aquisição da equipe pelo grupo de investimento Longbow Finance.


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