Button elogia “encantador” Barrichello e lembra boa relação com brasileiro nos anos de Honda e Brawn
Falando ao diário espanhol ‘Marca’, Jenson Button relembrou sua boa relação com Rubens Barrichello e admitiu sentir falta de seu antigo companheiro de equipe. Britânico destacou que sempre resolveu seus problemas com o brasileiro conversando cara a cara
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A parceria entre Jenson Button e Sergio Pérez na McLaren começou de maneira um pouco tumultuada, principalmente por conta das manobras executadas pelo piloto mexicano no GP do Bahrein. Na ocasião, o ex-piloto da Sauber optou por manobras ousadas para tentar superar o campeão de 2009 e acabou tocando seu companheiro por duas vezes.
Antes dele, Button dividiu as atenções no time chefiado por Martin Whitmarsh com Lewis Hamilton, mas também viveu momentos conflituosos.
Na última quarta-feira (22), Button aproveitou o dia dedicado à imprensa em Mônaco para conceder uma entrevista ao diário espanhol ‘Marca’ e lembrou de sua parceria com Rubens Barrichello. O britânico dividiu os boxes de Honda e Brawn com o brasileiro entre as temporadas de 2006 e 2009.
Na conversa em Monte Carlo, o jornalista Miguel Sanz lembrou dos últimos duelos do campeão de 2008 com seus companheiros de equipe e perguntou se Button sentia saudades do “pacífico Rubens Barrichello”.
“De certo modo, sinto falta dele”, respondeu Button. “Barrichello é encantador. Um dos melhores para preparar um carro. Trabalhamos muito bem juntos, ele tem muita experiência, mais do que eu. Creio que entre os dois, tínhamos 30 anos de experiência, e isso sempre é bom”, continuou.
“Agora ele escolheu seu caminho e creio que encontrou um bom lugar. É genial encontrá-lo no paddock, nós rimos e brincamos”, contou, se referindo a nova função de Barrichello como comentarista da TV Globo.
Sanz perguntou, então, se havia ar limpo entre os dois, e Button respondeu afirmativamente. “Sim, sempre dizíamos que se houvesse algum problema, nós falávamos cara a cara”.
“Isso sempre foi bom com Rubens. Tivemos discussões, lembro em 2009, ele tinha uma estratégia e eu outra. A dele era mais rápida, mas não deu certo e depois da corrida ele se irritou comigo e com a equipe”, recordou. “Foi divertido, mas nos sentamos, conversamos e superamos”, completou.
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