F1
08/08/2017 14:37

Chefe da Sauber vê Leclerc como alternativa para 2018 e admite estudo para virar 'segunda equipe' da Ferrari

O novo chefe da Sauber, Frédéric Vasseur, chegou à equipe no mês passado e já teve que resolver um sério problema para desistir do acordo de fornecimento do motor traçado anteriormente com a Honda. Agora, o francês encara uma possível escalada da parceria com a Ferrari e a grande dúvida sobre quem formará a dupla de pilotos no ano que vem
Warm Up / Redação GP, do Rio de Janeiro
 Marcus Ericsson (Foto: Sauber)

Após a Sauber cancelar o acordo para utilizar motor Honda a partir do ano que vem e anunciar a manutenção da antiga parceria com a Ferrari, agora a equipe suíça tem boas chances de contar com Chales Leclerc em seus quadros na temporada 2018 do Mundial de F1. Quem afirmou foi o novo chefe da Sauber, Frédéric Vasseur. 
 
Não é novidade que a Ferrari quer dar a seus principais pilotos jovens - nesse momento Leclerc e Antonio Giovinazzi - uma chance de assumir assento fixo no grid sem que precisem colocar em risco uma das vagas da equipe italiana. O interesse, então, é fazer com que a Sauber torne-se uma espécie de segunda equipe, nos moldes da Toro Rosso para a Red Bull. Algo que efetivamente Sergio Marchionne, presidente da Ferrari, espera que aconteça.
 
Em entrevista à revista inglesa 'Autosport', Vasseur confirmou que a possibilidade de virar um segundo time da Ferrari "é algo em que estão trabalhando" em Hinwill. 
 
"Como equipe, faria sentido ter alguém como Leclerc ou outros pilotos jovens", seguiu. Ainda segundo Vasseur, a Sauber precisa dar um tempo após tomar a decisão sobre os motores e só mais tarde irá pensar na dupla de pilotos.
Charles Leclerc é o líder da GP2 (Foto: Reprodução/Twitter)
"É um pouco cedo para falar sobre pilotos, para ser honesto. Tivemos que fechar o acordo do motor rapidamente e seria um erro misturar os pilotos nessa discussão. Teremos essa conversa [sobre pilotos] nas próximas semanas", seguiu.
 
Embora não tenha dado uma data limite para a resolução do caso, indicou que quer confirmar a dupla até o fim de setembro. "Talvez seja essa a meta."
 
No momento, a situação é bastante complicada para os atuais pilotos, Marcus Ericsson e Pascal Wehrlein. Ericsson tem um forte aporte financeiro de empresas suecas, enquanto Wehrlein é municiado pela Mercedes.
 
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