F1
20/01/2015 07:30

FOM antecipa horário de cinco corridas da F1 após recomendação da comissão de segurança da FIA

O acidente de Jules Bianchi no GP do Japão fez com que a comissão de segurança da FIA recomendasse que as provas não começassem menos de quatro horas antes do anoitecer. Assim, a FOM confirmou que os GPs da Austrália, Malásia, China, Japão e Rússia terão suas largadas uma hora antes que em 2014
Warm Up
Redação GP, do Rio de Janeiro
A FOM divulgou nesta segunda (19) um documento com os horários em que as 20 etapas da temporada 2015 da F1 terão suas largadas. Cinco das provas que terminam próximo ao anoitecer em seus horários locais, Austrália, Malásia, China, Japão e Russia, tiveram seu princípio adiantado em uma hora com relação ao que foi feito em 2014.
 
Nos últimos anos, a temporada tem começado na Ásia, com provas que marcadas para a tarde para o mercado europeu - madrugada no horário de Brasília -, por conta de um melhor encaixe para a televisão. Austrália, Malásia e China são os três primeiros GPs do ano.
Safety-car esteve à frente do pelotão nas primeiras voltas do GP do Japão (Foto: Getty Images)
A mudança vem na sequência da investigação do acidente de Jules Bianchi no GP do Japão do ano passado, com a comissão de segurança da FIA recomendando à F1 que "o início da corrida não deve ser menos de quatro horas antes do anoitecer", excluindo-se apenas as corridas previamente planejadas para a horários noturnos.
 
Ainda na semana passada, os organizadores do GP da Austrália haviam negado a possibilidade de antecipação. Já os organizadores da prova malaia já haviam confirmado as conversas que vinham tendo com Bernie Ecclestone sobre a mudança.
 
Assim, a temporada vai começar em 15 de março com o GP da Austrália, que larga às 16h locais, 2h (de Brasília). Em 29 de março, o GP da Malásia vai largar às 4h (sempre de Brasília), enquanto o GP da China começa às 3h. O GP do Japão muda para as 2h. O horário do GP da Rússia já tinha sido anunciado: será às 7h.
 
MUDOU DE IDEIA

Embora sempre tenha se posicionado contra o descongelamento do desenvolvimento dos motores na F1, Toto Wolff, chefe da Mercedes, acredita que a decisão da FIA vai favorecer os atuais campeões no futuro, porque agora vão ter a chance de aperfeiçoar o já poderoso motor V6, além do próprio carro, e isso vai representar uma grande vantagem frente aos adversários, especialmente se levar em conta o domínio que a equipe alemã impôs durante a temporada 2014.
 
No início deste mês, a entidade que rege o esporte reconheceu que havia, de fato, uma brecha no regulamento que limitava a evolução das unidades de força e acabou acatando o pedido de Ferrari e Renault para a regra fosse revista. A única fornecedora de motor que está fora da nova diretiva técnica é a Honda, que vai entregar motores à McLaren neste ano.

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ABERTA A MUDANÇAS

A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) disse que está aberta a ajustes com relação ao novo sistema para a obtenção da superlicença na F1, especialmente se ficar clara a necessidade de alguma alteração no que diz respeito às categorias de base.
 
Como parte de um esforço para reforçar os critérios para a aquisição da licença obrigatória da F1, a entidade máxima do automobilismo implantou uma idade mínima para os pilotos, além da exigência de 40 pontos somados em campeonatos de acesso. Porém, as categorias escolhidas e a pontuação atribuída a elas tem causado controvérsia, principalmente por causa da F-2, que sequer existe e que possui o valor máximo em pontos.

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TEM APELO

Fornecedora única de pneu na F1, a Pirelli entende que o retorno de pneus mais largos na F1 para os próximos anos pode ajudar a aumentar o espetáculo e tornar as corridas mais atraentes.
 
Tanto a FIA quanto as equipes, atualmente, trabalham em propostas que tornem o esporte mais emocionante e que dificultem mais a vida dos pilotos. Entre as sugestões estudadas, está o aumento na largura dos pneus, o que ajudaria a melhorar a aderência dos carros em curvas. Motores de 1.000 cv também estão na pauta.

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