F1
20/11/2015 14:05 - Atualizada 20/11/2015 17:12

Ilmor confirma inscrição e entra na disputa para se tornar fabricante dos motores alternativos da F1 para 2017

Em declaração à 'Auto Motor und Sport', Mario Illien, o responsável pela Ilmor, confirmou o interesse da empresa no processo seletivo da FIA, que busca encontrar fabricantes interessadas em produzir e fornecer motores alternativos às equipes da F1
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
A Ilmor se candidatou ao processo seletivo da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para se tornar a fabricante dos motores alternativos da F1 a partir da temporada 2017. A entidade máxima do esporte a motor abriu uma consulta para identificar os interessados em fornecer unidades independentes para as equipes. O processo vai até o próximo dia 23 de novembro. 
 
Inicialmente, a expectativa era de que a proposta só fosse encaminhada após a aprovação dos times, mas a federação presidida por Jean Todt decidiu lançar antes o estudo para identificar fábricas dispostas a produzirem esses motores independentes. 
Mario Illien, o responsável pela Ilmor, confirmou a inscrição em entrevista à revista alemã 'Auto Motor und Sport'. “Nós solicitamos isso à FIA”, disse Illien. 
Mario Illien prepara motores da Chevrolet na Indy (Foto: Reprodução)
Ainda segundo a publicação, a Cosworth também mostrou interesse. Já a empresa inglesa AER, Pesquisa Avançada em Motores, se manifestou e disse que está disposta a entrar na disputa também. Fundada por Mike Lancaster, AER tem contrato com a GP3 para o fornecimento de motores e também esteve na briga para o mesmo trabalho na GP2, mas acabou perdendo a disputa para a Mecachrome. AER ainda entrega os motores da Indy Lights.
 
A ideia por trás da adoção de um motor alternativo também é baratear os custos para as equipes médias e pequenas. A FIA deseja que o valor dessa unidade não ultrapasse os €7 milhões de euros (R$ 28 milhões). Além disso, Todt e Bernie Ecclestone também querem encontrar um caminho para tirar a F1 das mãos das grandes montadoras. 
 
A FIA também exige uma estrutura para o motor intencionalmente ampla, a fim de obter o maior número de aplicações – que só podem ser feitas por empresas independentes. De acordo com as regras estabelecidas pela entidade às candidatas, a unidade tem de ter capacidade de no máximo 2,5 L. O turbocompressor ainda está em aberto na proposta. O motor também precisa suportar mais de 870 cv e que ter um peso inferior a 135 kg. Os sistemas híbridos estão proibidos nesta versão. 
 
A decisão da FIA é esperada para dia 2 de dezembro.
 
A Ilmor também é considera a saída mais fácil para a Red Bull em 2016. Ainda sem uma definição quanto ao motor que vai usar na próxima temporada, entende-se que a equipe vai mesmo competir com as unidades da Renault, mas preparadas pela empresa de Illien.
 

Lembram-se daquele carro conceito de 2017 que a Ferrari fez no começo do ano? Pois o pessoal da Asseto Corsa trabalhou...

Posted by Grande Prêmio on Quarta, 18 de novembro de 2015
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