F2
31/08/2017 09:11

FOTO: com Halo e motor turbo V6, F2 busca aproximação com F1 e apresenta carro para temporada 2018

Com novidades significativas, a F2 mostrou ao mundo a sua nova geração de carros, que vai entrar em vigor a partir da próxima temporada. A mais visível das mudanças está no Halo. Internamente, destaque para o motor turbo V6. O chassi segue sendo fabricado pela Dallara. Tudo para deixar os carros da categoria de acesso mais próximos com os modelos da F1
Warm Up
Redação GP, de Sumaré


O mundo do esporte a motor conheceu a nova geração de carros da F2 nesta quinta-feira (31) em Monza, onde a categoria vai realizar mais uma etapa neste fim de semana. Com novo nome desde o começo deste ano, a antiga F2 desenvolveu mudanças para se aproximar da F1 não apenas na nomenclatura, mas também adotou um novo pacote técnico com algumas semelhanças à categoria-mãe depois de sete anos com a atual configuração.
 
Visivelmente, a maior mudança é a introdução do Halo. O polêmico elemento adotado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) como proteção ao piloto no cockpit para a F1 em 2018 também vai ser usado pela F2, que se propõe a ser o último degrau antes da principal classe do esporte a motor mundial.
Detalhe do novo carro da F2, com Halo e motor turbo (Foto: F2)
O novo chassi, o Dallara F2/18, vai contar com o novo Halo, uma das determinações da FIA, que pretende levar a peça para outros carros de categorias de base chanceladas pela entidade.
 
Outra mudança muito significativa diz respeito ao motor. Atualmente, a geração de carros da F2 dispõe de propulsores V8 aspirados, mas vai acompanhar a F1 e terá seus bólidos empurrados por motores V6 turbo, mas sem tecnologia híbrida. A construção dos novos motores vai ficar a cargo da preparadora francesa Mecachrome, que já constrói também os motores da GP3.
 

Quanto aos pneus, a Pirelli segue como fornecedora oficial da F2, mas a configuração atual vai ser mantida para 2018. Sobretudo por motivo de custos, a fábrica italiana não vai levar à categoria de base os pneus mais largos que passaram a ser adotados pela F1 nesta temporada.
 
A ideia da Pirelli é seguir apostando no alto desgaste de pneus para desempenhar um papel importante no nível da competição e também em termos de aprendizado dos jovens pilotos antes de galgar o degrau derradeiro para alcançar a F1.
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