Indy
16/05/2018 20:20

Reinbold revela desejo de ampliar programa, mas vê Indy 500 como crucial para “posicionar futuro”

Sem disputar a temporada completa da Indy há seis anos, Dennis Reinbold falou sobre seus planos e reunião com outros proprietários de equipe. De acordo com Reinbold, desempenho na prova será determinante para o futuro da Dreyer & Reinbold
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Sage Karam corre com a Dreyer & Reinbold em 2018 (Foto: IndyCar)

Proprietário, ao lado de Robbie Buhl, da Dreyer & Reinbold, Dennis Reinbold, falou sobre as intenções de sua equipe voltar a correr a temporada completa da Indy no futuro. A Dreyer & Reinbold não participa de todas as etapas do calendário desde 2012, quando o espanhol Oriol Servià conduziu o carro #22 e atingiu a marca de 287 pontos, fechando o ano em 13º.

De acordo com Reinbold, a inserção de dois carros no grid da Indy 500 é parte de um plano de maior envolvimento, a médio e longo prazo, na categoria. No momento, porém, suas atenções repousam apenas sobre a tradicional prova, de modo que o desempenho de JR Hildebrand e Sage Karam no dia 27 de maio será decisivo para o caminho a ser traçado posteriormente.
Dreyer & Reinbold correrá, após sete anos, a Indy 500 com mais de um piloto (Foto: IndyCar)

“Quisemos nos preparar para o caso de desejarmos fazer algumas corridas ao longo da temporada e, para isso, tínhamos que ter o equipamento. Logo, expandimos nosso time — compramos dois novos chassis este ano. Há novos eletrônicos envolvidos, pneus, rádios… quero dizer, a coisa vai indo. Nosso foco principal era conseguir dois pilotos muito fortes para essa corrida, de modo que o que ocorrer nos posicionará para o futuro. Esse era o nosso plano, bem puro e simples. Decidi investir um pouco mais no orçamento visando ajeitar a equipe para o futuro”, disse.

A Dreyer & Reinbold vinha disputando, desde 2014, apenas a Indy 500 e com um piloto por edição. Dennis, entretanto, não estipulou prazos para seus desejos de expansão.

“De fato, não temos um prazo para isso. Simplesmente acontecerá de algum modo, naturalmente. Precisamos de verba para isso. É a prioridade. Isso que ditará nosso prazo e se seremos capazes de concretizar isso ou não. Porém, nesse momento, estou deixando isso de lado de modo que possamos focar nas próximas semanas”, disse.

Envolvido com a equipe na Indy há quase duas décadas, Dennis comentou, também, o encontro que teve com outros chefes de equipe recentemente. O americano ressaltou a evolução do gerenciamento da categoria e previu sucesso para a competição no futuro.

“Tivemos uma reunião de proprietários de equipe outro dia, e houve muitas boas questões. Jay Frye esteve no comando e falou sobre a direção da Indy. Não estou divulgando nenhum segredo quando digo que foi uma boa interação de mão-dupla. Estive muito impressionado com o nível de conversação e diálogo aberto que existiu. Quando eu participava em tempo integral e tínhamos reuniões do tipo, elas eram conflituosas, nada muito divertido. Posso que dizer que muita coisa aconteceu na Indy, e que ela está muito bem armada para o futuro”, completou.

O GRANDE PRÊMIO cobre in loco a edição 2018 das 500 Milhas de Indianápolis com o repórter Gabriel Curty e com o fotógrafo Rodrigo Berton.
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