MotoGP
31/07/2012 14:45 - Atualizada 31/07/2012 14:55

Pedrosa avalia temporada da MotoGP e defende: “Vencedor será quem cometer menos erros”

Daniel Pedrosa se mostrou animado com seu desempenho durante a temporada de 2012 da MotoGP. Espanhol afirmou que não venceu tanto quanto gostaria e defendeu que campeão será o piloto que cometer menos erros

Warm Up
Redação GP, São Paulo

Daniel Pedrosa pode até não ter uma temporada impecável, mas seus resultados consistentes o colocam na briga pelo título, 23 pontos atrás do líder Jorge Lorenzo. Apesar de ter conquistado uma única vitória no ano, no GP da Alemanha, o espanhol faz um balanço positivo desta primeira parte da temporada.

“Foi bem. Conseguimos bons resultados e tudo tem sido bem balanceado”, avaliou. “Nos faltaram mais algumas vitórias, então esperamos melhorar isso no restante da temporada”, reconheceu.
 

Pedrosa acredita que pequenos detalhes definirão vencedor de 2012 (Foto: Repsol)



Dani, no entanto, admitiu que é muito difícil evoluir por conta da grande competitividade. Na avaliação do piloto, são os pequenos detalhes que fazem a diferença.

“A verdade é que a melhora é muito difícil, porque a competitividade é muito alta e qualquer detalhe pode realmente fazer a diferença. Temos de explorar todas as possibilidades”, considerou.

Atual segundo colocado no Mundial, Pedrosa não prevê mudanças na dinâmica da MotoGP na segunda parte do campeonato. “Acho que no restante das corridas as coisas serão muito similares ao que vimos até agora”, opinou. “Cada corrida é decidida por detalhes, é importante estar no lugar mais alto do pódio que for possível e não cometer erros.”

“Este ano todos nós estamos indo muito bem em todos os circuitos – nos que gostamos e nos que não gostamos. Acho que isso vai continuar assim e não serão as pistas que farão diferença. Você não pode errar e o vencedor será quem cometer menos erros”, defendeu.

Questionado se a perfeição é necessária para vencer na MotoGP, Pedrosa concordou. “Sim, realmente é. Em algumas corridas você pode pensar que nós não estamos avançando e podemos dar mais, mas estamos no limite das nossas possibilidades e é muito difícil fazer uma diferença. Por isso nós estamos sempre correndo em fila, com poucas ultrapassagens, porque atingimos um nível onde você pode extrair muito pouco de você mesmo, da moto e do circuito”, concluiu.

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