25 anos sem Senna

Devastado, Emerson Fittipaldi lamenta morte de Senna: “Vai ser difícil assistir a um GP sem ele”

Relação estreita e quase paternal de Emerson Fittipaldi com Ayrton Senna começou no início da década de 1980, nos tempos em que o brasileiro, morto neste domingo (1º) após violento acidente durante o GP de San Marino de Fórmula 1, ainda estava na F-Ford

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
A relação entre Emerson Fittipaldi e Ayrton Senna sempre foi de grande proximidade. Desde o início dos anos 1980, o bicampeão mundial de Fórmula 1, hoje na Indy, teve uma relação quase paternal com aquele que se tornou seu pupilo nas pistas europeias.
 
O sucesso de Ayrton na categoria máxima do automobilismo só fez crescer a amizade entre ambos, mesmo à distância. Tal vínculo rendeu, inclusive, um teste do tricampeão mundial na Penske de ‘Emmo’ em Phoenix, no fim de 1992.
Emerson Fittipaldi e o troféu de sua segunda vitória em Indianápolis, em 1993
Emerson participava de treinos privados em Michigan quando recebeu a notícia da morte de Senna após grave acidente na sétima volta do GP de San Marino, no circuito de Ímola. Abalado, o experiente piloto brasileiro pouco conseguiu falar.
 
“Para mim, vai ser muito difícil assistir a um GP sem ver o Ayrton”, limitou-se a afirmar Fittipaldi, visivelmente transtornado. O piloto é o atual vice-líder da temporada 1994 da Indy, empatado em pontos com Al Unser Jr., e volta ao Brasil ainda neste domingo (1).

GRANDE PRÊMIO acompanha o GP de San Marino, terceira etapa da temporada 1994 da F1, revivendo o noticiário daquela data