#26: Como começam e terminam as grandes hegemonias da Fórmula 1

O Cadeira Cativa chega à edição #26 nesta quinta-feira (1º). O programa, apresentado por Flavio Gomes, recebe os jornalistas Márcio Fonseca e Mair Pena Neto

O Cadeira Cativa chega à edição número #26 nesta quinta-feira (1º). O programa, apresentado por Flavio Gomes, receberá os jornalistas Mário Fonseca e Mair Pena Neto para uma discussão sobre as grandes hegemonias da história da Fórmula 1. A atração vai ao ar, ao vivo, a partir das 20h (de Brasília, GMT -3), no canal do GRANDE PRÊMIO no YouTube.

Mair Pena Neto cobriu a Fórmula 1 em 1989 pelo Jornal do Brasil e entre 1990 e 1992 para a Agência Estado – que, na época, reunia O Estado de S.Paulo, Jornal da Tarde e Rádio Eldorado. Também escreveu para o Speedblog entre 2009 e 2012.

Márcio Fonseca também é um experiente jornalista, que trabalha há mais de 30 anos como assessor de imprensa na área esportiva. Foi por 17 anos o responsável pela comunicação do piloto Felipe Massa e prestou consultoria para as equipes Ferrari e Williams. Atuou também na Renault F1 e na divulgação da Fórmula Renault no Brasil. Fonseca ainda operou a parte de imprensa do GP do Brasil de Fórmula 1 por quatro anos e assessora o piloto Bruno Senna.

Como Haas ajudou no fracasso de Grosjean e Magnussen

Lá na frente, Romain Grosjean e Kevin Magnussen não serão lá muito bem lembrados pela Fórmula 1. O francês e o dinamarquês, dispensados da Haas na semana passada, ainda antes do GP de Portugal, tiveram seus bons momentos na categoria mas, nos últimos anos, viraram motivo de chacota também por uma extrema falta de habilidade da equipe norte-americana em lidar com situações adversas de toda ordem e que assim contribuíram para o fracasso da dupla.

De batidas entre os pilotos a um midiático chefe de equipe, de erros nos pit-stops a um aparente problema crônico nos freios… Tudo contribuiu para a Haas se encontrar na decepcionante nona posição do Mundial de Construtores, com apenas três pontos (um nono lugar de Kevin e um décimo de Romain), à frente somente da Williams, que ainda não pontuou nas 12 das 17 corridas do calendário modificado pela pandemia do novo coronavírus. 

Pode ser que Grosjean, de 34 anos, e Magnussen, de 28, até voltem à Haas ou mesmo à F1. Nunca se sabe. O primeiro já deixou mais claro que deseja sair da categoria e reconheceu que a Fórmula E e o projeto da Peugeot no WEC em 2022 são caminhos atraentes; já o segundo, se limitou a dizer que está trabalhando em projetos futuros e não deu pistas sequer se ainda tentará permanecer com um lugar entre os tão cobiçados 20 carros do grid. 

No GRANDE PREMIUM, o 10+ desta semana, portanto, traz os erros da Haas que ajudaram no fracasso de Grosjean e Magnussen.

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