De volta às pistas, Kubica diz que F1 “não é capítulo terminado” e vê retorno “mais possível que há dois anos”

Robert Kubica está voltando a ser um piloto de categoria de pista. A chegada no WEC vem para acabar com alguns fantasmas de memória e limitações. Mas e a F1? Aos 32 anos, Kubica vê um retorno à categoria onde não corre desde 2010 como possível

 

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Robert Kubica está de volta às pistas. O polonês vai disputar a temporada 2017 do Mundial de Endurance pela ByKolles no único carro de uma equipe privada da classe LMP1. É o retorno oficial de Kubica como piloto titular em uma categoria que o coloque em pistas. Mas seis anos depois da aposentadoria forçada, Kubica não fecha as portas para a F1

 

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A história do piloto é bem famosa. Considerado um dos melhores de sua geração, Kubica era piloto da Lotus se preparando para a temporada 2011 quando foi disputar um off-road. O Rali Ronde di Andora, perto de Gênova, na Itália. Lá, sofreu um acidente assutador: seu Skoda Fabia se chocou contra um guard-rail e foi partido ao meio. Kubica quase morreu, sofreu lesões gravíssimas sobretudo nas mãos e braços. 

 
Sua carreira da F1, num momento em que falavam de um futuro na Ferrari, foi abruptamente finalizada. Depois de testes no DTM, resolveu voltar ao volante como piloto de rali em 2013. Agora, no entanto, Kubica tem 32 anos e começa a falar de voltar à F1.
 
"Não estou pensando em retornar agora, mas não é um capítulo terminado para mim. É muito mais possível do que era há dois anos", afirmou. "Talvez um dia minha paciência seja recompensada. Não vou dizer nada até que seja certo", falou, misteriosamente, em entrevista ao jornal polonês 'Gazeta Wyborcza'.
 
Já numa conversa tida com jornalistas durante o prólogo do WEC, em Monza, Kubica falou mais do seu novo desafio. O piloto se preparou para retornar às pistas com corridas específicas em 2016 e que terminaram no teste feito na pista de Sakhir. Ali, Kubica matou seu medo de ser fisicamente limitado para guiar um protótipo. Descobriu que podia fazer, que conseguia se desvencilhar das lembranças – e foi para a melhor opção que tinha.
Em casa, Robert Kubica faz boa prova no WRC e está em sétimo lugar (Foto: Rally of Poland/Facebook)
"Eu passei por um período difícil na vida. Primeiro, decidi fazer rali, mas o rali não foi como eu estava esperando. No final, parei um pouco para recomeçar tudo", contou. "Dei um passo atrás dos circuitos para recuperar do acidente, porque os circuitos me lembravam demais do que eu fazia antes", admitiu.
 
"Era a minha vida, correr, e a F1 era o melhor que eu podia fazer. Para ser honesto, eu fiquei surpreso por como encontrei gente no Bahrein e aqui [Monza]  que conheci dos tempos da F1. É algo que antes, com certeza, teria sentimentos diferentes para mim. No fim das contas, esse período passou – eu estou pronto para trabalhar 100% nos meus desafios desse ano e para o futuro", seguiu.
 
"No começo, não estava certo de guiar carros LMP, porque o cockpit é pequeno, especialmente o lado direito. Não queria testar algo de que não estava 100% confiante que conseguiria guiar, porque, de novo, me dá lembranças e podia me mostrar que tinha limitações maiores que pensava", falou.
 
"Deixei claro para Colin [Kolles, chefe da equipe] – já era tarde, o carro estava no Bahrein e eu disse 'OK, vou ao Bahrein. Esse é um risco que corro, mas é seu risco também'. Eu talvez entrasse no carro, desse uma volta e saísse por não ser capaz de guiar. Foi minha primeira vez num P1. A experiência foi boa, não dei muitas voltas logo de cara, mas encontrei um bom ritmo", seguiu.
 
"Ele deixou claro que, se eu tivesse interessado, ele ficaria feliz de me colocar no carro. Disse 'por que não?', para mim é bom, um retorno suave às corridas, especialmente numa categoria em que eu não tenho experiência", encerrou.
 
A temporada do WEC inicia em 16 de abril com as 6 Horas de Silverstone.

 

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