Endurance

Nasr e Derani destacam vitória “perfeita e sem erros” em Sebring após Daytona de “resultado amargo”

Felipe Nasr e Pipo Derani não conseguiam segurar a felicidade com a vitória nas 12 Horas de Sebring. Enquanto Derani, que triunfou pela terceira vez, falou em uma corrida sem erros, Nasr citou que foi um ótimo resultado após a prova amarga em Daytona

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Felipe Nasr e Pipo Derani não poderiam ter pedido um desfecho melhor para a prova de Sebring. No domingo (17), os brasileiros, junto com Eric Curran, imprimiram grande desempenho para conquistarem a vitória na prova de 12 horas.
 
O Cadillac #31 pulou para a ponta ainda na hora inicial da disputa, se mantendo na liderança e segurando a pressão após várias entradas do safety-car. A corrida ainda marcou o final mais apertado da história, com apenas 1s030 separando os dois primeiros carros.
 
O mesmo trio também vinha apresentando desempenho exemplar nas 24 Horas de Daytona antes de Nasr errar na curva 1 e permitir a ultrapassagem de Fernando Alonso, entregando a vitória para o adversário.
 
“Daytona foi um resultado amargo, tínhamos a corrida sob controle por muito tempo e chegamos muito perto. Em Sebring o objetivo era conseguir a vitória não importava o que, e o que foi muito impressionante foi que a primeira vez que fomos para a pista no final de semana o carro estava ótimo”, falou.
Vitória brasileira nas 12h de Sebring (Foto: IMSA)
“Pipo piloto de forma incrível no início da corrida com chuva, foi demais. Não vi ninguém com seu ritmo na chuva. Eric também, fantástico trabalho em manter o carro na liderança”, seguiu.
 
A vitória nas 12 Horas de Sebring também marcou o terceiro triunfo de Derani em quatro anos. “Estou sem palavras em como a corrida foi executada. Tudo foi perfeito do início ao final”, ressaltou.
 
“Não fizemos nada errado – pilotos, mecânicos, engenheiros, estratégia. Foi apenas perfeito. Foi um daqueles dias que você precisa agradecer, não é sempre assim”, continuou.
 
Nasr encerrou a declaração expressão sua frustração com o retardatário Colin Braun, dizendo que o piloto não abriu para que ele passasse, o que permitiu uma aproximação de Taylor. “Queria dizer que Colin não respeitou os líderes da corrida.”
 
“Naquele ponto tinha uma liderança de 4s e quando cheguei nele, ele não abriu. Estava desapontado com ele por fazer isso, e fez Taylor voltar para a corrida. A relargada final foi intensa. Dei tudo o que tinha no carro”, encerrou.