Toyota se aproxima da metade das 24 Horas de Le Mans liderando e com ‘vantagem numérica’ contra Porsche e Audi

Buscando sua primeira vitória nas 24 Horas de Le Mans após sofrer algumas derrotas doídas, a Toyota teve um ótimo sábado em Sarthe. Os japoneses lideram com Kamui Kobayashi, Stéphane Sarrazin e Mike Conway. A vida dos brasileiros, por outro lado, não anda tão fácil

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A Toyota tenta aproveitar um bom momento na prova para abrir em relação à Porsche em busca da sua primeira vitória nas 24 Horas de Le Mans. Este é o cenário em meio à madrugada na França, 20h (de Brasília), ao se alcançar a marca de dez horas de prova.
 

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De certo modo, a prova vai até sendo atípica. Com poucos acidentes e problemas mecânicos, a primeira metade da corrida correu bastante estratégica, e com a Toyota chamando a atenção. Os carros japoneses têm uma autonomia ligeiramente maior, e lideram com o trio Kamui Kobayashi, Stéphane Sarrazin e Mike Conway. Ela tenta se tornar a primeira marca nipônica a vencer desde a Mazda em 1991.
 
É muito cedo para dizer que a vitória está encaminhada — há mais de metade da corrida pela frente —, contudo, o time também criou uma vantagem numérica: seus dois carros continuam no top-3, enquanto a Porsche já enfrentou problemas graves com o #1 de Mark Webber, Brendon Hartley e Timo Bernhard, e a Audi, com os dois protótipos.
 
O do brasileiro Lucas Di Grassi estava brigando pela quarta posição quando teve de fazer dois pit-stops fora de hora, um para reparos, outro por causa de um pneu furado. O #12 de Nelsinho Piquet, que disputa a prova pela Rebellion, também perdeu tempo nos boxes.
Brad Pitt foi o responsável por dar a largada em 2016 (Foto: Reprodução)
As primeiras dez horas
 
A chuva fez com que, pela primeira vez na história, as 24 Horas de Le Mans começassem com o safety-car na pista. Foram 52 minutos andando atrás do carro de segurança até que a bandeira verde enfim baixasse e “liberasse os monstros”.
 
Com a pista secando, a prova começou a se desenhar de maneira bem interessante. A Porsche não tinha um bom ritmo e rapidamente foi alcançada tanto pela Toyota, quanto pela Audi. Mike Conway assumiu a liderança e Loïc Duval partiu para ser terceiro. As três montadoras nas três primeiras posições. Podia ter coisa melhor?
 
O desenrolar da disputa foi mostrando, contudo, que o ritmo dos quatrargólicos não era bom o bastante. A Porsche era a mais rápida, enquanto a Toyota era a única a conseguir fazer 14 voltas por stint. Assim, aos poucos elas foram abrindo.
A bandeira verde veio no 53º minuto (Foto: Reprodução)
Enquanto isso, a Audi já tinha ‘perdido’ um carro: ainda no safety-car, o #7 de André Lotterer teve de parar para a troca do turbo do motor. Sorte que a prova estava neutralizada, e o prejuízo foi menor: “apenas” seis voltas.
 

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A Toyota ia tomando as rédeas da corrida na sexta hora, depois de enfim fazer valer as voltas extras a cada stint e também de contar com uma dose de sorte. Kamui Kobayashi foi para o box logo depois de uma zona de desaceleração surgir atrás dele. Na saída, Stéphane Sarrazin, que acabara de assumir o #6, tinha uma confortável vantagem para o protótipo do trio campeão mundial de 2015 (Brendon Hartley, Mark Webber e Timo Bernhard).

Ao chegar a liderança, porém, Kamui Kobayashi teve de ser agressivo para abrir caminho! (Foto: Reprodução)
Foi este trio que seguiu na perseguição ao #6 até o início da nona hora da corrida. O golpe veio na forma de um problema na bateria, e foram mais de 20 minutos nos boxes. Por sorte, assim como acontecera com a Audi, um safety-car colaborou. A segunda intervenção da corrida, para que pedaços de carro fossem retirados da pista, diminuiu o ritmo do pelotão enquanto o 919 #1 era consertado. Tudo para Hartley sair dos boxes e ver o motor praticamente apagar em plena Mulsanne. Foi uma longa volta de retorno aos boxes.
 
A propósito, a Porsche foi a Le Mans com as baterias de 2015 após problemas nas 6 Horas de Spa com o modelo de 2016.
O Porsche #1 em cima do macaco no box para os reparos (Foto: Reprodução)
No meio da reta, Brendon Hartley estava em baixa velocidade, e logo após sair do box (Foto: Reprodução)

Na sequência, a opção da Toyota por parar o #6 com bandeira verde para fugir do tráfego permitiu a aproximação tanto do Porsche #2 quanto do TS050 #5. Um stint quádruplo de Neel Jani com o mesmo jogo de pneus foi fundamental para recolocar o #2 na briga pela liderança. Mas, de novo, Kobayashi, Sarrazin e Mike Conway tinham quase um ciclo de pit-stop de vantagem.

 
GTE Pro empolgando
 
A volta da Ford a Le Mans no aniversário de 50 anos da primeira vitória da marca nas 24 Horas, por enquanto, vai prometendo. Depois do domínio no treino classificatório, os trios liderados por Sébastien Bourdais e Scott Dixon, tetracampeões da Indy, ocupou a dianteira durante a maior parte das dez primeiras horas.
 
A adversária que está forte na briga é a Ferrari, mas não com os carros da AF Corse e, sim, com a Risi Competizione. Giancarlo Fisichella, Toni Vilander e Matteo Malucelli estão dando um calor nos Ford GT.
Bourdais e Dixon juntos na pista em Sarthe (Foto: Reprodução)
A Aston Martin tenta crescer na base da confiabilidade e da constância. O #95 de Darren Turner, Nicki Thiim e Marco Sorensen subiu para o quarto lugar na décima hora, passando para trás os carros da Porsche.
 
A GTE Am é outra que tem a Ferrari na briga, mas com a Porsche, e com duas equipes diferentes cada: Scuderia Corsa e AF Corse para os italianos, Proton e Clearwater para os germânicos.
 
LMP2: muita alternância e Manor com problemas
 

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A Manor disparou no começo da disputa, e essa seria uma história bem legal para se contar. Após deixarem a F1, John Booth e Graeme Lowdon levam sua equipe para o Mundial de Endurance e vencem as 24 Horas de Le Mans. Até que uma série de problemas começou a atingir o time, que foi caindo pela tabela com o #44.

 
Até aqui, vai havendo uma alternância boa nas primeiras posições. A Signatech Alpine tem conseguindo se manter lá na frente com o #36, brigando com os dois carros da G-Drive e também com a Thiriet by TDS.
 
Os brasileiros, por enquanto, vão discretamente no pelotão intermediário. Pipo Derani, Ozz Negri e Bruno Senna não se envolveram em confusões — apenas os companheiros de Pipo e Ozz que chegaram a rodar —, mas Derani vai sendo o melhor deles e está apenas beirando o top-10.

Toda a cronometragem está disponível no site da categoria.

 
Os incidentes

Não foram muitos, de fato. E nenhum foi grandioso. O único abandono oficial é o de Marc Miller, que bateu no final da reta dos boxes. Os outros 59 carros continuam na pista. Pilotos que tiveram problemas incluíram a francesa Inès Taittinger, o escocês Marino Franchitti e o francês François Perrodo, que se acidentaram na curva Mulsanne. Richard Bradley teve de deixar seu KCMG à beira da pista após uma falha mecânica, e alguns outros pilotos chegaram a rodar, como o veterano Tracy Krohn.
 
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