4° em Mugello, Ricciardo recorda aposta de tatuagem com chefe: “Medo virou ansiedade”

Daniel Ricciardo sente que não tinha muito o que fazer para segurar Alexander Albon e garantir o primeiro pódio na Renault. O australiano lamenta ainda não fazer o chefe Cyril Abiteboul pagar aposta e fazer uma tatuagem, mas se vê perto

O GP da Toscana voltou a fazer a Renault sonhar com o primeiro pódio, mas Daniel Ricciardo voltou a bater na trave. O australiano foi quarto colocado na corrida deste domingo (13), vencida por Lewis Hamilton. Ainda não é dessa vez que o chefe Cyril Abiteboul vai cumprir aposta e fazer uma tatuagem, mas Ricciardo avisa: o mandatário da equipe não vê a hora de encontrar um tatuador pela primeira vez.

“Quando acontecer, acho que nunca teremos visto um cara tão empolgado com sua primeira tatuagem”, disse Ricciardo. “O que era medo virou ansiedade. Acho que nunca estivemos tão perto, mas as coisas são assim. O Alex [Albon] tinha muito ritmo com pneus macios e tanque vazio, e o carro dele ganhou mais vida do que em partes anteriores da corrida. Não tínhamos como responder”, seguiu.

Faltou pouco para Daniel Ricciardo ir ao pódio em Mugello (Foto: Renault)

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Ricciardo estava em terceiro e com a situação aparentemente sob controle. Lance Stroll era quarto e não conseguia se aproximar. Só que a bandeira vermelha causada pelo próprio canadense forçou nova largada do grid. Não foi bom para Daniel, que acabou exposto ao novo quarto colocado, Alexander Albon, que subiu para terceiro no apagar das luzes.

Não há garantias de que Ricciardo faria pódio sem a bandeira vermelha, mas o australiano lamentou as mudanças de rumo da prova.

“Eu me senti sob controle com os pneus médios. Eu estava falando com meu engenheiro e controlando a distância para o Stroll, garantindo que ele ficasse sem DRS. Acho que tínhamos uma chance melhor ali. Dito isso, faltavam 12 voltas para o fim e estávamos em segundo. Ficamos perto, mas ficou faltando algo no fim”, encerrou.

Esta é a quarta vez que Ricciardo termina um GP pela Renault em quarto lugar. Tanto piloto quanto equipe encaram longo jejum de pódios: o último do australiano foi no GP de Mônaco de 2018, enquanto a escuderia não vê uma garrafa de champanhe desde o GP da Bélgica de 2015, quando ainda era Lotus.

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