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F1

Aberto “a tudo e qualquer coisa”, Silverstone também aceita GP sem público

Além da opção de receber mais de um GP de F1 na mesma temporada, Silverstone também diz aceitar corridas sem público. O diretor do autódromo Stuart Pringle mantém contato com a categoria e aguarda calendário redefinido em maio

Grande Prêmio / Redação GP, de Berlim
O GP da Inglaterra tem potencial para virar mais um sem público no calendário da Fórmula 1. A administração de Silverstone, autódromo já cotado para receber mais de um GP no calendário modificado de 2020, agora também diz aceitar de realizar eventos com portões fechados, possibilidade cada vez mais real em dias de pandemia do coronavírus.
 
“A F1 está trabalhando muito pesado para descobrir a solução para o campeonato”, disse Stuart Pringle, diretor administrativo de Silverstone, em entrevista ao jornal britânico ‘The Guardian’. “Nós estamos em contato frequente com eles e já nos perguntaram se poderíamos receber uma corrida ou duas, se poderia ser com portões fechados. A resposta é sim, certamente. Estamos abertos para pensar em tudo e qualquer coisa. Acho que a F1 vai tomar uma decisão a respeito do calendário no começo de maio. Eles não podem dar a partida na temporada a menos que tenham uma solução com chances de dar certo. Esse prazo [definição em maio] funciona para nós se não tivermos de montar infraestrutura para o público”, seguiu.
Silverstone não tem problemas com GPs de portões fechados (Foto: Michelin)
Silverstone parece ser a grande esperança da F1 de inchar o calendário 2020, que já tem duas provas canceladas, Austrália e Mônaco, e sete adiadas. Uma alternativa revelada pelo site ‘Race Fans’ é a realização de três provas na pista britânica, fazendo uso de diferentes configurações do traçado. A opção mais realista ainda é de duas corridas, mas sem formato definido até aqui.
 
“Nós já conversamos sobre todas opções, incluindo duas corridas em um fim de semana e duas corridas em fins de semana seguidos. Eu tenho confiança completa na nossa habilidade de lidar com esses eventos. Temos muita experiência, muito conhecimento e definitivamente podemos encarar”, destacou Pringle.
 
Além de Silverstone, o Red Bull Ring também flerta com os portões fechados. A Fórmula 1 luta para chegar ao mínimo de 15 GPs, que ainda honra contratos televisivos e evita renegociações. Para isso, é possível que a temporada se arraste até janeiro.
 

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