Ainda sem data para deixar a F1, Räikkönen não descarta volta à Nascar: “Tomara que possa fazer mais vezes”

Mesmo sem data para deixar definitivamente a F1, Kimi Räikkönen admitiu a possibilidade de voltar a disputar provas da Nascar. Finlandês, entretanto, quer uma experiência mais substancial e não apenas uma participação de fim de semana

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Kimi Räikkönen não pensa em pendurar o capacete tão cedo. De volta à F1, o finlandês ainda não deu uma data definitiva para deixar o Mundial — o contrato com a Ferrari termina em 2015 —, mas admitiu na noite de quinta-feira (30) que não descarta voltar à Nascar. 
 
O piloto de 35 anos, que foi campeão da F1 em 2007, assinou um contrato em 2011 com o time de Kyle Busch para disputar parte da temporada da Truck Series. Em sua prova de estreia, me Charlotte, Kimi ficou com o 14º posto.
Kimi Räikkönen não descarta voltar à Nascar no futuro (Foto: Ferrari)
“Obviamente, eu não sabia como era quando eu vim para os Estados Unidos para fazer isso”, comentou Räikkönen. “Fiquei agradavelmente surpreso em ver como era bom e divertido. Quer dizer, não é fácil, como qualquer outro esporte de alto-nível, mas eu realmente gostei. Tomara que possa fazer mais vezes e tomara que no futuro, alguma na Sprint Cup. Vamos ver”, continuou.
 
Se decidir voltar ao certame, entretanto, Räikkönen afirmou que gostaria de fazer algo mais substancial do que correr um único fim de semana.
 
“Eu gostaria de aprender mais, porque, como eu disse, parece muito fácil, mas não é”, defendeu. “Quando você olha para os circuitos, parece um oval, mas cada curva é diferente”, explicou. 
 
“Quando você tem conhecimento do esporte, você pode ser muito mais forte e eu gostaria de ter uma boa e adequada sequência, e tentar aprender e fazer bons resultados”, ressaltou. “Foi diferente — a atmosfera, a maneira diferente de fazer as coisas em relação aos carros de F1 e raly, mas eu realmente gostei”, concluiu.

As imagens da quinta-feira de F1 em Austin
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O FIM DA CATERHAM?

O começo do colapso das equipes nanicas da F1 começou com os visíveis problemas da Caterham ao longo da temporada. Sem fazer um carro capaz de brigar por pontos e vendo a Marussia marcar 2 com Jules Bianchi no GP de Mônaco, Tony Fernandes se livrou da bucha. Só que os novos compradores, passados três meses, também largaram mão, alegando que o antigo dono não efetuou a negociação conforme o planejado, isto é, repassando as ações. Fernandes explicou que nenhuma garantia do negócio lhe foi dada, mas que também não queria a equipe. Resultado: a Alta Corte Britânica entrou na jogada.

Toda a situação da Caterham está no GRANDE PRÊMIO.

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