Albon descarta maior pressão após vitória de Gasly na Itália: “Dias melhores virão”

O GP da Itália marcou a consagração de Pierre Gasly, com a vitória, enquanto Alexander Albon sofria no fim do pelotão. Apesar do resultado ruim em Monza, o piloto da Red Bull não vê aumento na pressão e mantém confiança para o restante da temporada 2020 da Fórmula 1 — torcendo para não ter nenhuma troca de pilotos

Alexander Albon chegou à Red Bull em 2019, após trocar de posições com Pierre Gasly. Agora, após a vitória do piloto da AlphaTauri, o tailandês garante que não há pressão extra para o restante da temporada 2020 da Fórmula 1.

O ano não tem sido dos mais fáceis para Albon. Com bons resultados no fim de 2019, após a promoção para a Red Bull, o piloto empolgou a equipe. No começo de 2020, mostrou bom ritmo na Áustria até um toque com Lewis Hamilton o tirar da briga pela vitória. Depois, não conseguiu brilhar de novo e marcou apenas 48 pontos — Max Verstappen, o companheiro de equipe, já chegou a 110.

O GP da Itália, em Monza, foi complicado para Albon. Um incidente na largada danificou o assoalho do carro. Depois, uma punição de cinco segundos por não dar espaço a Romain Grosjean o derrubou no pelotão. Por isso, apenas a 15ª posição na bandeirada final. A vitória de Gasly, com a AlphaTauri, aumentou a pressão para uma nova troca de assentos entre os pilotos.

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Perguntado sobre a situação atual, o tailandês disse que a pressão não aumentou após a última etapa, em Monza. “Não, de jeito nenhum”, afirmou ao site Autosport.

Albon teve um duro fim de semana em Monza (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)

“O processo continua o mesmo. Acho que tem sido assim desde a primeira corrida na F1. Da minha parte, estou observando minhas últimas provas e as coisas estão melhorando. Estou feliz do jeito que o trabalho está sendo feito. Eu acredito que Monza não reflete o que está acontecendo. Mas dias melhores virão, estou certo de que terei oportunidade de mostrar o que posso fazer”, prosseguiu Albon.

O piloto da Red Bull acredita que a pressão é causada pela própria vontade de fazer o melhor trabalho, não pela promoção para uma das melhores equipes do grid da F1.

“Por estar em um time de ponta, você quer sempre fazer o melhor. É uma oportunidade de vencer corridas ou conseguir pódios. Mas em termos de pressão, essa vem de dentro. E isso realmente não muda quando você troca de equipe. Não é nada diferente, para ser honesto”, finalizou.

Neste fim de semana, a Fórmula 1 acelerar pela primeira vez em Mugello, para o GP da Toscana. O GRANDE PRÊMIO acompanha tudo AO VIVO e em TEMPO REAL.

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