Albon cobra rigidez em punições e sugere desclassificação para causadores de acidentes

Alexander Albon pediu punições mais rigorosas por parte dos comissários, uma vez que tomar 5s no tempo de prova é muito conveniente para quem tem um carro de ponta

Alexander Albon voltou a ser vocal em relação às punições aplicadas aos pilotos que cometem infrações durante as corridas de Fórmula 1. Para o titular da Williams, levar vantagem em um incidente que vai lhe render apenas 5s de punição é muito cômodo para aqueles que têm um carro competitivo em mãos. Afinal, eles são capazes de superar essa diferença na pista e fechar a etapa sem perder posição.

A frustração de Albon vem na esteira do que aconteceu com Sergio Pérez nas últimas provas. Na ocasião, o mexicano arruinou as chances do anglo-tailandês pontuar no em Singapura e também acabou com a corrida de Kevin Magnussen no GP do Japão. Nas duas oportunidades, ‘Checo’ teve 5s acrescidos em seu tempo de corrida, mas isso foi irrelevante.

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A corrida de Albon foi arruinada por Pérez em Singapura (Foto: Williams)

“O carro mais rápido tende a conseguir escapar impune desses incidentes, muitas vezes, sem perda de posição. O que quero dizer com isso é, por exemplo, se eu fizesse minha corrida em Monza, eu estaria segurando Lando durante toda a prova, mas se ele tivesse cortado a chicane, me ultrapassado e depois arrancado, ele iria receber uma punição de 5s, mas teria se afastado e nada mudaria”, disse Albon.

“Da mesma forma, com Checo em Singapura, ele pode correr esse risco porque há uma boa chance de ele conseguir tirar esses 5s de mim, então isso definitivamente coloca os pilotos em uma posição onde o carro atrás pode ser um pouco mais agressivo do que o carro da frente. Se eu defender e cometer um erro e receber uma punição de 5s, vou perder duas ou três posições, porque normalmente estou segurando o pelotão”, lamentou o titular da Williams.

Por isso, o #23 sugeriu que a regra deve ser revista e os comissários têm de ser mais rigorosos na hora de aplicar punições em casos como esse.

“Desclassificação!”, afirmou. “Sim. Eu sei que nós, como pilotos, queremos consistência, mas há um sentimento genuíno de que é muito difícil ser consistente nestas posições. E eu entendo, e simpatizo com a FIA, que não é tão fácil de fazer”, finalizou.

Fórmula 1 volta daqui a duas semanas, entre os dias 20 e 22 de outubro, em Austin, com o GP dos Estados Unidos, o primeiro da última perna tripla da temporada. E o GRANDE PRÊMIO acompanha tudo.

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