Alonso diz que Alpine tem “bom carro” e impõe meta: “Melhorar ritmo de classificação”

Após eliminação precoce no Q2 do GP de Portugal, Fernando Alonso projetou melhora na classificação para as etapas em Barcelona e Mônaco

Lewis Hamilton conquistou a vitória 97 na F1: assista aos melhores momentos do GP de Portugal de F1 (Foto: GRANDE PREMIO com Reuters)

 

Ainda em processo de adaptação à Alpine na Fórmula 1, Fernando Alonso, que foi eliminado no Q2 durante o treino classificatório para o GP de Portugal, realizado em Portimão, no último domingo (2), apontou melhora no ritmo de classificação como meta de aprimoramento para as próximas corridas. 

Apesar de ter largado na 13ª posição na etapa lusitana, Alonso realizou uma boa corrida de recuperação, terminando a prova na oitava colocação, conquistando quatro pontos no Mundial. Porém, tal recuperação em corrida é vista como improvável para o bicampeão nas próximas provas, devido às características das pistas, corroborando a tese de que uma boa posição de largada será importante para as próximas duas etapas.

“O principal foco para Barcelona e Mônaco, as próximas duas corridas, no meu caso pessoal, é ficar mais e mais confortável no carro, sobretudo para a classificação. Tínhamos um bom carro, mas eu não entreguei desempenho no sábado. Se acontecer em Barcelona ou Mônaco, meu fim de semana será altamente comprometido. Não posso me dar ao luxo, tenho que estar mais preparado da próxima vez”, disse.

Faltou desempenho e educação, mas Alonso mostrou velocidade (Foto: Alpine)

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“Foi muito difícil para a equipe em 2020, vamos tentar melhorar e aprender com os problemas que eles enfrentaram ano passado. Como eu disse: nas próximas duas pistas, a classificação é muito importante, porque será mais duro ultrapassar nas corridas do que foi em Portimão. Vamos ficar nisso e preparar para o fim de semana”, seguiu.

“Há trabalho de casa para todo mundo. Fiquei com tempo extra para melhorar para o sábado. Não é somente tirar o máximo dos pneus em volta lançada, porque no TL2 e TL3, você coloca os pneus macios e dá uma volta – não faz mais que isso. E a performance estava lá”, garantiu.

“É uma questão de condições que mudam na classificação: menos aderência, mais aderência, mais vento. O que for que aconteça na pista, preciso estar pronto e entender rapidamente em ritmo de volta lançada. Não tenho tempo para mais voltas no Q1 e no Q2. Algumas coisas eu preciso apressar, e é muito importante que seja assim nas próximas duas corridas”, finalizou.

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