Alonso encara realidade da Alpine com 9º no grid na França: “Os pontos vão custar caro”

Piloto espanhol questionou desempenho dos pneus macios e disse se sentir ameaçado pelo ritmo de corrida dos carros que largam ao seu redor na prova neste domingo, em Paul Ricard. Essa foi a quarta vez que asturiano foi para Q3 na temporada

Dona da casa, a francesa Alpine até pode imaginar uma grande corrida neste domingo (20), em Paul Ricard. Mas o experiente Fernando Alonso, nono na classificação, tratou de baixar as expectativas da equipe para o GP da França. O espanhol imagina que essa não será uma prova “para somar muitos pontos”. 

Alonso não se deu ao trabalho de explicar quais seriam os problemas relacionados ao A521. Apenas apontou grandes concorrentes em volta, que teriam melhor desempenho em ritmo de corrida. Esteban Ocon, seu companheiro de equipe, larga em 11º, assim como Alonso, atrás de uma McLaren (Lando Norris sairá na frente de Daniel Ricciardo).

GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do fim de semana do GP da França, em Paul RicardAO VIVO e EM TEMPO REAL. A corrida está marcada para as 10h (de Brasília) do domingo.

“Foi uma boa classificação. Aproveitamos ao máximo o que o carro tinha para dar. Amanhã [domingo] tudo vai ser muito apertado, temos muitos adversários à nossa volta. Os pontos vão custar caro, não acho que vai ser uma corrida em que somaremos muitos pontos. Claro que estaremos lá para aproveitar qualquer oportunidade”, disse o bicampeão mundial em entrevista veiculada pelo serviço de streaming espanhol DAZN.

De volta à F1, o asturiano enfim tem se mostrado mais regular nos treinos classificatórios. Ainda assim, sabe que falta melhor desempenho para conseguir pontos importantes na classificação. Essa, por exemplo, é a quarta vez (Bahrein, Espanha e Azerbaijão) em sete oportunidades que o piloto avança para o Q3. Apesar da evolução, Alonso soma 13 pontos na tabela geral de classificação, um a mais que Ocon.

O #14 lamentou o desempenho aquém do esperado com os pneus macios. Segundo ele próprio, o ganho do pneu duro para o macio foi de apenas 0s2.

“Desde o Q1, acho que ganhei 0s2. Estive sempre nesse intervalo. Em outras vezes isso não aconteceu, talvez tivesse sido diferente se tivéssemos mais oportunidades em voltas rápidas. O pneu macio é o aquele que nos causa maior dificuldade, e pensamos que seria um pouco melhor”, finalizou o asturiano.

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