Alonso esquece pelotão intermediário e coloca Red Bull como alvo da McLaren “nas próximas corridas”

Fernando Alonso sabe que McLaren e Renault ainda não atingiram o máximo potencial que a parceria promete, mas já quer olhar para frente. O bicampeão espera a McLaren brigando com a Red Bull, deixando para trás a atual disputa no pelotão intermediário com equipes como Haas e Renault

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Fernando Alonso está esbanjando otimismo em 2018. Após o quinto lugar no GP da Austrália, o espanhol espera a McLaren crescendo sem parar na temporada atual. Para Alonso, o pior momento do time no ano já foi e, a partir de agora, a equipe de Woking só deve olhar para frente, pensando no top-3 e esquecendo o pelotão intermediário.
 
O asturiano já espera uma evolução grande da equipe na segunda etapa do campeonato no Bahrein com algumas novidades no carro que estavam previstas para Melbourne e, sem perder tempo, quer a Red Bull como adversária.
 
"Certamente vamos ser cada vez melhores. Ainda há muito potencial no carro para desenvolvermos. Foi só a primeira corrida da parceria McLaren-Renault, então ainda há muito por vir. Espero que a gente consiga dar um bom passo adiante no Bahrein e a Red Bull vai ser o nosso próximo alvo", disse.
Fernando Alonso só pensa em buscar o top-3 da F1 (Foto: McLaren)

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Ainda que pense em buscar a Red Bull logo mais, Alonso admite que, neste momento, os austríacos disputam basicamente um campeonato à parte com Ferrari e Mercedes. A McLaren, enquanto isso, na Austrália foi mais lenta que Haas e Renault na classificação.
 
"Nesse momento, acho que eles estão claramente na nossa frente. É um grupo exclusivo com Mercedes, Ferrari e a Red Bull. Mas o nosso desejo é entrar nesse grupo. Espero que já nas próximas corridas a gente possa esquecer o pelotão intermediário e entrar nesse grupo com o top-3. Nosso carro tem muito potencial, não vejo motivo para não chegarmos nesse grupo nas próximas corridas", seguiu.
 
Para o bicampeão do mundo, o começo de temporada da McLaren é bem positivo, visto que a decisão pela troca de motor foi feita perto do fim de 2017 e, consequentemente, o casamento com a Renault ainda não está totalmente estabelecido. 
 
"Não podemos esquecer que tomamos a decisão de trocar de motor muito em cima da hora, então já tínhamos feito algumas mudanças no carro e precisamos refazê-las. Acho que a integração entre McLaren e Renault ainda não chegou aos 100%, mas as próximas provas já vão mostrar como isso pode dar certo", completou.

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