F1

Alonso minimiza ‘rejeição’ de Vettel e Hamilton e fala em plano A, B e C para voltar a vencer em 2018

Fernando Alonso reconheceu que a falta de vitórias na F1 vem afetando a sua carreira, mas insistiu em dizer que vem trabalhando muito e que tem opções para voltar a vencer em 2018. O contrato do espanhol com a McLaren acaba no fim desta temporada

Warm Up / Redação GP, de Curitiba

Fernando Alonso admitiu que a ausência de vitórias na F1 vem afetando sua carreira e mexendo com sua motivação. O espanhol não vence uma prova desde 2013, quando ainda defendia a Ferrari, e, a bordo com errático carro da McLaren Honda, a chance de um novo triunfo é praticamente zero, dada a falta de competitividade do motor da fabricante japonesa. Mas Fernando está em seu último contrato com a esquadra inglesa e já revelou que as conversas sobre seu futuro só serão feitas durante a partir do mês de agosto. E Alonso despista, portanto, sobre o que pretende fazer para os próximos anos no Mundial.
 
O nome do bicampeão vem sendo também ligado a um retorno à Ferrari ou a uma eventual associação com a Mercedes. Na Áustria, onde a F1 está para a nona etapa da temporada, Lewis Hamilton e Sebastian Vettel rejeitaram a ideia de ter Alonso como companheiro de equipe. E o próprio Fernando não acredita que seu futuro possa estar em uma das duas principais equipes do grid.
Fernando Alonso (Foto: McLaren)

"Ainda não temos nenhuma novidade. Seguimos trabalhando em várias frentes e temos um plano A, um plano B e um plano C. E todos me parecem muito positivos e com a opção de vencer no ano que vem", afirmou o piloto de 35 anos aos jornalistas em Spielberg.

Por fim, ao ser questionado sobre a recusa dos dois campeões mundiais em tê-lo como companheiro, Alonso apenas respondeu: "Para mim, não muda nada. Foi uma pergunta para eles e eles responderam, e é isso. Se questiona a qualquer piloto sobre uma mudança de equipe ou de companheiros de equipe, ele vai dizer qualquer coisa. Na verdade, todos dizem que estão felizes e centrados apenas no campeonato, então é compreensível", encerrou.
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