Alonso prevê equipes no rumo errado com interpretação do novo regulamento técnico da F1 e espera “grid embaralhado”

Fernando Alonso acredita que pode haver uma mudança na ordem de forças da F1 em razão da mudança no regulamento técnico a partir deste ano. A própria McLaren, em 2009, sofreu no começo da temporada e levou um tempo para se recuperar. Mas, desta vez, o espanhol espera que sua equipe interprete da melhor forma as novas regras e leve vantagem

 

Mudanças sensíveis no regulamento técnico costumam mexer na ordem de forças da F1. A mais recente delas aconteceu em 2014, quando entrou em vigor a nova ‘Era Turbo’. A Mercedes, que era coadjuvante no começo da década, época dominada pela Red Bull, se tornou a protagonista e venceu os últimos três títulos mundiais de Pilotos e também de Construtores. A McLaren teve de reconstruir sua jornada e, desde que uniu forças novamente com a Honda, busca reencontrar o caminho das vitórias.

 
Outra mudança importante no regulamento aconteceu em 2009. Da mesma forma, houve uma importante alteração na ordem de forças da F1. Até então, McLaren e Ferrari dominavam o Mundial, mas a Brawn, equipe que era a Honda e fora adquirida por Ross Brawn, deu o ‘pulo do gato’ com o difusor duplo, dominando o Mundial daquele ano. Red Bull e Toyota também cresceram demais, enquanto a Ferrari patinou e a McLaren só se encontrou no segundo semestre de 2009.
 
Fernando Alonso acredita que 2017 vai reservar uma situação muito semelhante. O bicampeão do mundo só torce que, desta vez, a McLaren encontre o rumo certo e possa interpretar da melhor forma o novo regulamento técnico, que prevê carros mais rápidos e com mais downforce, com maior velocidade e aderência, sobretudo nos trechos de curvas.

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Fernando Alonso espera por mudanças importantes na ordem de forças da F1 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“Quando há novas regras, você pode ter sorte ou azar. Depende muito de como cada equipe interpreta as regras, depende de como vai ser a filosofia no carro”, comentou o espanhol em entrevista veiculada pela revista britânica ‘Autosport’.
 
“Talvez você escolha ir para um lado e alguém no paddock escolha virar para outro, e aí você percebe, na quarta ou na quinta corrida, que seu pacote aerodinâmico vai para o outro lado porque você começou de forma equivocada. Espero que nós sejamos um daqueles que fazem o trabalho correto desde o começo”, acrescentou.
 
Quanto aos motores, Alonso entende que a Mercedes vai continuar tendo a melhor unidade motriz, mas depositou confiança no trabalho da Honda para encurtar as diferenças para a potência do propulsor alemão.
 
“Vamos dizer que a Mercedes, que tem o motor de maior potência, vai ser difícil de ser alcançada, nós sabemos disso. Não só por nós, mas para todo mundo. Mas eu acho que nós podemos chegar perto o bastante para que possamos lutar. Estou 100% confiante de que vamos alcançar a potência que queremos alcançar. Quanto à aerodinâmica, acho que é mais um ponto de interrogação”, salientou.
 
Na expectativa, Alonso não vê a hora de guiar o novo carro e ver como vai estar a McLaren em relação às outras equipes. A espera é grande para o começo da temporada, marcado para dia 26 de março em Melbourne, na Austrália. 
 
“A mudança nas regras vai embaralhar um pouquinho as coisas. Há o progresso feito pela Honda, o que eu acho que é muito positivo e também me dá confiança para 2017. Estou muito ansioso para o GP da Austrália em março”, finalizou.
 
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