F1

Após “corridas muito curtas” nos EUA e México, Alonso quer curtir 100% do GP do Brasil. Ou “o que der”

Fernando Alonso quer desfrutar das últimas duas corridas da vida na F1. Para isso, entretanto, é necessário que a prova não termine nos primeiros minutos, como foi nas provas de Austin e Cidade do México
Warm Up, de São Paulo / PEDRO HENRIQUE MARUM, de Interlagos / FELIPE NORONHA, de Interlagos
 Fernando Alonso (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

 
O GP do Brasil é a penúltima corrida da carreira de Fernando Alonso na F1. O bicampeão mundial deixa o campeonato no fim do ano e, fora de brigas mais representativas, tenta tirar o fim do ano para se divertir. Apesar de tentar, a situação está complicada: foram 16 voltas completadas nos GPs de EUA e México somados.
 
Durante entrevista realizada com a presença do GRANDE PRÊMIO, Alonso foi questionado sobre se pretende tirar as duas últimas provas para curtir a F1 mais um pouco. Não que ele se oponha à ideia, mas para obter êxito em tal meta é necessário que seus dias cheguem ao fim. 
 
"São os últimos GPs, mas ultimamente as corridas estão sendo muito curtas", brincou. "Espero que aqui não seja assim. E espero que possamos curtir as 70 voltas ou as que tivermos. Eu desfruto sempre que corremos e fazemos todo o possível", comentou.
 
"Vamos ver se conseguimos pontuar e fazer uma boa corrida, mas se não der para pontuar que pelo menos consigamos ficar na pista", seguiu.
Fernando Alonso (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
O piloto, que ficou fora do primeiro treino livre da sexta-feira para ceder lugar a Lando Norris, avaliou que acaba acontecendo um contratempo para a corrida, visto que um dos tipos de pneus disponíveis acaba sendo negligenciado. Apesar do comentário, Alonso sequer parecia incomodado com a barração, algo impensável em outros tempos.
 
"Não é ideal ficar fora de nenhum treino por causa da limitação de pneus que nós temos hoje em dia. Com apenas o segundo treino livre é impossível testar os três pneus, dá no máximo dois. E um desses pneus nós vamos encarar pela primeira vez no meio da corrida. Não é o ideal, mas é o que cada corrida vai fazer para si", encerrou.

GRANDE PRÊMIO cobre ‘in loco’ o GP do Brasil de F1 com os repórteres Evelyn Guimarães, Felipe Noronha, Fernando Silva, Gabriel Curty, Juliana Tesser, Nathalia De Vivo e Pedro Henrique Marum, e o fotógrafo Rodrigo Berton. Acompanhe tudo aqui.