F1

Após fiasco de 2017, prefeito de SP destaca reforço de segurança em GP que “dá muita repercussão”

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, apareceu em Interlagos na tarde do domingo e falou sobre o trabalho realizado junto ao evento para evitar o caos de segurança pública visto na edição 2017 da corrida. Manteve, no entanto, a proposta de venda de um autódromo que dá lucro em 2018
Warm Up, de São Paulo / PEDRO HENRIQUE MARUM, de Interlagos / JULIANA TESSER, de Interlagos
 São Paulo amanheceu com sol neste domingo (Foto: Juliana Tesser/Grande Prêmio)

O prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas, esteve no autódromo de Interlagos no começo da tarde deste domingo (11) e falou sobre alguns aspectos do GP do Brasil, primeiro com ele na prefeitura. Após os problemas de segurança e 2017 e mudanças, Covas destacou a importância que o evento tem para a cidade. 
 
Com as mudanças, de fato, nenhuma equipe relatou problemas de segurança até agora.
 
O discurso de Covas é de como a prova é válida para a cidade, embora o prefeito não tenha retirado de trânsito na Câmara Municipal da cidade o processo de privatização de Interlagos - ao contrário, reforçou. Segundo informou Americo Teixeira Jr., o processo está parado, enquanto a pista calcula um lucro de cerca de R$ 3 milhões para 2018.
Público nas arquibancadas de Interlagos (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
"Esse foi um trabalho que a prefeitura fez junto com a organização do evento, a GCM, a polícia militar, para dar mais segurança aos turistas, às pessoas que vêm aqui visitar o GP", disse. 
 
"A gente sabe da importância que é para São Paulo ter um GP que as pessoas saiam daqui gostando do evento, elogiando o evento. A repercussão mundo afora é muito grande, o GP é algo que dá muita repercussão", avaliou. 
 
"Embora a segurança não seja uma atribuição municipal, a gente decidiu colaborar com a segurança do evento, juntando a polícia militar para dar mais segurança a todos que vem aqui", finalizou.