Após melhor resultado desde 2015, Honda agora busca “ponto de equilíbrio entre confiabilidade e performance”

Desde que regressou ao grid da F1 como fornecedora oficial de motores, a Honda jamais havia conquistado um resultado tão bom quanto o quarto lugar logrado por Pierre Gasly, com a Toro Rosso, no último GP do Bahrein. O feito do último domingo é alentador para Toyoharu Tanabe, mas o diretor-técnico da fábrica japonesa quer ir além. Já está programada uma atualização na unidade de potência a partir de junho, no GP do Canadá

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Ao longo dos três últimos anos de casamento com a McLaren, a Honda sofreu com uma série quase interminável de problemas de motor e virou até motivo de chacota. Com o fim do casamento com a lendária equipe britânica em 2018, a marca japonesa ganhou novo fôlego para retomar sua história vitoriosa na F1 ao lado da Toro Rosso. Com apenas duas corridas, a nova união provou que pode ser bem mais exitosa. No último GP do Bahrein, Pierre Gasly conquistou um incrível quarto lugar, o melhor resultado desde que a Honda regressou ao Mundial como fornecedora de motores.

 
Foi um grande êxito, mas a Honda quer mais. Toyoharu Tanabe, novo diretor-técnico da fábrica de Sakura para o projeto da F1, garante que agora o objetivo é desenvolver um motor capaz de ser tão potente quanto confiável. É a eterna busca pelo equilíbrio.
 
“Nosso desenvolvimento não se baseia apenas em confiabilidade, mas também em performance. Precisamos encontrar o ponto de equilíbrio. Quando você busca demais a performance, às vezes se paga por isso. Ou, se você não pressiona muito, então isso às vezes falta. É difícil. Mas vamos buscar conseguir as duas coisas”, declarou o engenheiro em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’.
Toyoharu Tanabe planeja ir além depois do melhor resultado da Honda desde o retorno à F1 (Foto: Red Bull Content Pool)
Na esteira da busca por um motor que entregue maior performance, há a previsão de uma nova atualização a partir da sétima etapa da temporada, o GP do Canadá, em 10 de junho. De acordo com a publicação, a expectativa é que a nova unidade de potência seja 27 cv mais potente que a atualmente empurra os carros de Gasly e Brendon Hartley.
 
Tanabe contou também que a Honda aprendeu, nos últimos anos com a McLaren, a resolver mais rapidamente os problemas apresentados pela sua unidade de potência. E isso se refletiu no GP do Bahrein depois da falha detectada no MGU-H do motor de Gasly no último GP da Austrália.
 
“A partir das informações que temos, agora assumimos que resolvemos isso. Desde 2015 nós tivemos muitos fracassos. Essa experiência também nos ajudou a resolver o problema [da Austrália] em pouco tempo”, destacou.
 

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O engenheiro revelou que a meta para o último fim de semana em Sakhir era terminar a prova com os dois carros. O objetivo foi cumprido com êxito, com o enorme bônus do quarto lugar obtido por Gasly no Bahrein.

 
“Depois dos treinos de sábado, nós optamos por uma estratégia detalhada, e acho que funcionou. Os dois carros terminaram a prova. Era essa uma das coisas mais importantes do fim de semana para nós. O quarto lugar que conseguimos foi o resultado de terminar a corrida”, finalizou o diretor-técnico da Honda.
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