Após sonhar em bater Mercedes em 2016, presidente da Ferrari reconhece: “Fomos otimistas demais”

Presidente da Ferrari, Sergio Marchionne admitiu que foi muito otimista ao considerar que a Ferrari tinha condições de superar a Mercedes nesta temporada. Até o momento, em 14 corridas, a escuderia de Maranello ainda não esteve no topo do pódio e viu o time rival faturar nada menos que 13 vitórias

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Quando a temporada 2015 chegava ao fim, a expectativa era que o ano seguinte fosse de batalhas bem mais acirradas no topo da F1. A Ferrari vinha de três vitórias e despontava para ser uma concorrente real contra a Mercedes. Sergio Marchionne, presidente da escuderia italiana, se empolgou, pressionou seus pilotos, falou em título e inclusive chegou a sonhar em começar 2016 vencendo. Mas, em 14 corridas realizadas até agora no campeonato, a rival Mercedes venceu 13, enquanto a Red Bull triunfou no GP da Espanha. A Ferrari ficou para trás.
 
Depois da empolgação, veio a dose de realidade. Em entrevista à imprensa italiana no último fim de semana em Monza, palco do GP da Itália, Marchionne admitiu que foi otimista demais a respeito do potencial da Ferrari em relação às adversárias. No momento, a equipe mais tradicional de toda a F1 figura em terceiro lugar, 11 pontos atrás da Red Bull no Mundial de Construtores.

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Marchionne reconheceu que a Ferrari foi otimista demais em suas pretensões nesta temporada (Foto: Getty Images)
“Chegamos talvez um pouco otimistas demais a 2016, com a crença de que o carro estava ali, mas os outros melhoraram muito e nós ficamos um pouco. Mas não perdemos muito tempo: o novo motor de 2017 já está no campo de provas ao menos em uma parte e não tenho nenhuma dúvida de que o carro vai estar lá [na frente]”, declarou o executivo.
 
Questionado sobre a saída de James Allison, diretor-técnico, e a sua substituição por Mattia Binotto, que comandava a divisão de motores, Marchionne entende que a decisão visava dar uma chacoalhada na moral do time e que os resultados vão aparecer em breve.
 
“Tenho certeza de que ele tinha muito conhecimento, mas já era a hora de dar uma sacudida na equipe, que inclusive chegou um pouco tarde. Nos concentramos em uma pessoa para que responda a todos os nossos problemas, mas com Mattia estamos em boas mãos. Ele criou uma equipe jovem e incrível, de modo que agora vamos deixá-los trabalhar”, afirmou.
 

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Ao ser perguntado sobre sua opção por Binotto, cria da própria Ferrari, e não um nome de fora, Marchionne foi categórico. “Porque ele fez um grande trabalho com a unidade de potência em 2015 e 2016, e esse é um processo muito preciso e delicado. Temos muitos engenheiros que trabalham no carro e você tem de organizá-los”, concluiu.

 
No GP da Itália disputado no último domingo, a Ferrari terminou no último degrau do pódio com Sebastian Vettel, terceiro. Kimi Räikkönen veio logo atrás, em quarto, mas ambos não tiveram qualquer chance de lutar pela vitória com a Mercedes, que levou a melhor com Nico Rosberg, enquanto Lewis Hamilton foi o segundo.
PADDOCK GP #44 DEBATE VITÓRIAS DE ROSBERG EM SPA E DE RAHAL NO TEXAS

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