Após teste no simulador, Hülkenberg prevê carros brutalmente rápidos e promete: “Vai ser muito difícil guiar um F1”

Nico Hülkenberg já teve algumas experiências com o novo carro da Renault - sob a égide das novas regras da F1 - nos simuladores do time da marca francesa. E o que o vencedor das 24 Horas de Le Mans em 2015 adiantou foi que as máquinas versão 2017 são brutais

 

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A fase do desconhecido quanto aos novos carros – projetados sob a égide das novas regras da F1 – ainda existe em relação ao comportamento de pista, mas os pilotos já têm uma boa ideia de com que terão de lidar. Nico Hülkenberg tem andando constantemente com o novo carro nos simuladores da Renault e avisa: são "brutalmente rápidos". O alemão ainda promete que acabou a fase em que guiar carros de F1 era fácil.

 

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Hülkenberg encara um novo desafio na carreira em 2017 – o de pela primeira vez guiar por uma equipe de fábrica. E o trabalho terá de ser feito lidando com uma máquina muito veloz. O "brutalmente rápidos" dito por Nico chancela aquilo que era esperado em torno da F1 com as novas regras: carros entre 3s e 4s mais rápidos e com um downforce entre 20 e 30% maior.

 
Guiando no simulador na pista de Barcelona, onde a F1 encara a pré-temporada no final de fevereiro, Hülkenberg já tem alguns entendimentos do que fazer. "As curvas três e nove são absolutamente em velocidade máxima. Era isso que Red Bull e Mercedes faziam no passado. 
 
Sabendo o que ia encarar, Hülkenberg intensificou os treinos físicos para conseguir domar a nova máquina. Está treinando desde o final de dezembro e saiu da Alemanha na reta final de janeiro. Queria treinar num lugar mais quente e acabou indo para o sul da Europa.
 
"Eu queria algum lugar quente onde eu pudesse realizar um treinamento otimizado. Eu diria que estou treinando 20% ou 30% mais", falou. "Comecei antes do Natal e voltei logo depois do Ano Novo. Meu preparador físico e eu corretamente separamos os treinamentos em séries de quatro dias, e fazemos duas horas pela manhã, duas horas à tarde, além de treinamento especial para o pescoço. Posso prometer a todos que será muito difícil de novo guiar um F1", encerrou.
Nico Hülkenberg (Foto: Force India)
A revista alemã 'Auto Motor und Sport' teve acesso a um dos simuladores da F1, o da Force India, e também tirou algumas impressões. Segundo o técnico Andy Green, contratado pela publicação, é fácil notar a diferença de velocidade. E alertou que a asa móvel terá um efeito ainda maior com as novas regras da F1.
 
"Dá para ver sem olhar para os tempos de volta que os carros estão mais rápidos. Não apenas nas curvas. As distâncias de frenagem são ainda menores, porque os carros chegam ao final das retas mais lentos e retardam a frenagem com mais downforce e pneus largos", disse. "O efeito do DRS está muito mais importante que nos carros de 2016. Em Monte Carlo não vai dar para ultrapassar. Você vai guiar pela pista com carros mais largos ao seu redor, e é isso", encerrou.
 
A pré-temporada começa em 25 de fevereiro, no Circuito da Catalunha.
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