Assessoria confirma redução de sedação de Schumacher, mas diz que acordar "pode levar muito tempo"

A assessoria de Michael Schumacher confirmou nesta quinta-feira (30) que a medicação que mantém o ex-piloto em coma induzido está sendo retirada. Porta-voz ressaltou, entretanto, que pode levar muito tempo para que o heptacampeão acorde


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A assessoria de Michael Schumacher confirmou nesta quinta-feira (30) que os medicamentos que mantém o ex-piloto em coma estão sendo retirados. A porta-voz da família, entretanto, reforçou que pode levar muito tempo para que o germânico efetivamente acorde.

Ainda na quarta-feira, o jornal francês ‘L’Équipe’ e a rádio RMC tinham noticiado que a sedação estava sendo reduzida, mas a informação tinha sido negada por Sabine Kehm, assessora de Schumacher.

Coma de Schumacher completa 32 dias nesta quinta (Foto: Getty Images)

Em nota divulgada nesta quinta-feira, a porta-voz voltou a pedir que a privacidade da família seja respeitada e que os médicos que atendem o ex-piloto no Centro Hospitalar Universitário de Grénoble não sejam incomodados.


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“A família de Michael Schumacher mais uma vez pede que sua privacidade e o segredo médico sejam respeitados e que os médicos tratando Michael não sejam perturbados em seu trabalho”, diz o comunicado divulgado nesta quinta. “Ao mesmo tempo, a família quer expressar sua sincera apreciação pela simpatia demonstrada ao redor do mundo."

Sabine, entranto, confirma que a sedação está sendo reduzida, mas explica que ainda vai levar um longo tempo para que Schumacher efetivamente acorde.

“A sedação do Michael está sendo reduzida para poder permitir o início do processo de despertar, que pode levar um longo tempo”, frisou. “Para a proteção da família, foi originalmente acordado pelas partes interessadas que essa informação só seria divulgada uma vez que o processo fosse consolidado. Por favor, entendam que nenhuma outra atualização será divulgada”, completou.

Schumacher sofreu um sério acidente no dia 29 de dezembro de 2013, quando caiu enquanto esquiava na estação de Méribel, nos Alpes Franceses. O ex-piloto bateu a cabeça em uma rocha e sofreu várias lesões cerebrais.

Em coma há 32 dias, Michael já foi submetido a duas cirurgias na cabeça para a remoção de hematomas e para a redução da pressão intracraniana. De acordo com a promotoria de Albertville, que investiga o acidente, Schumacher esquiava fora de pista no momento da queda em Méribel.
 

 


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