Atrás de investidores, Dennis critica modelo de negócio da F1 e promete “passo gigante para a McLaren” se tiver êxito

Ron Dennis está atrás de quem possa fazer o teto orçamentário da McLaren se aproximar de Mercedes e Ferrari. Por isso, diz o diretor-executivo do Grupo McLaren, não tem aparecido nas corridas. Segundo ele, se de fato acontecer, será um 'blockbuster'

Ron Dennis não tem a mesma participação no dia a dia da McLaren depois que voltou à F1. Enquanto o diretor de corridas Éric Boullier trata dos pilotos e do carro e até da parceria com a Honda em larga escala, Dennis está fazendo outra coisa: tentando colocar a McLaren em par com Mercedes e Ferrari em questão orçamentária.
 
Segundo a revista inglesa 'Autosport', Dennis está envolvido em conversas importantes que têm como foco o envolvimento de investidores de peso, especialmente da China. O diretor-executivo do Grupo McLaren nem faz muita força para esconder o que está acontecendo.
 
"Não há nada particularmente incomum nisso. Nosso objetivo como acionistas é sempre pensar em crescimento. O processo pelo qual estamos passando no momento tem relação com como podemos ser maiores, mais fortes, construir uma organização para chegar aos recursos de algumas outras equipes, porque não é fácil correr contra Mercedes e Ferrari", disse.
Ron Dennis está de olho na equipe (Foto: McLaren)
Com o crescimento do Grupo McLaren, hoje responsável por muito mais do que a equipe da F1, os monopostos não são tanto ponto focal da companhia quanto já foram um dia. Sabendo disso e de um modelo da F1 que tem problemas bem conhecidos – e levando em conta que a equipe não consegue um patrocinador-máster em mais de dois anos -, Dennis resolveu se mexer, especialmente depois do primeiro ano da parceria com a Honda ter ido longe de lembrar os tempos de glória.
 
"O modelo de negócio da F1 não é atraente a longo prazo, pelo menos porque 110 times entraram e saíram da F1 desde 1966. Não queremos ser um desses. A maneira de evitar é estabelecer uma base que aguente um time da F1, que é uma parte importante do negócio. Reflete muito quando você não está sendo bem-sucedido, mas é parte de nossa marca e parte do nosso negócio", explicou.
 
"Você pode crescer de duas maneiras com uma companhia privada – pega o dinheiro que você chama de lucro e investe no futuro; ou, se você quer se mexer mais rápido que isso, encontra uma forma completamente diferente de abordagem. Isso tem sido o foco para mim há quatro meses pelo menos, o que é a razão principal do motivo de você não me ver nas corridas. Coisas complexas levam tempo, e quando chegarmos lá, se chegarmos lá, daremos um passo gigante para a McLaren e eu compartilho", encerrou o ex-chefe de equipe.
 
Depois de um sumiço longo durante o ano, Dennis voltou ao olho do furacão nas duas últimas semanas da temporada. Depois da galhofa de Jenson Button e Fernando Alonso no pódio na classificação para o GP do Brasil, foi ele quem ligou aos berros para Boullier "controlar seus pilotos". Depois, em Abu Dhabi, disse que Alonso talvez tirasse um ano sabático, algo que o espanhol prontamente negou. Sobrou até para Lewis Hamilton, que teve de ouvir – e responder atravessado – que se ainda estivesse na McLaren não poderia levar o estilo de vida que ostenta hoje em dia.
 

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E se os carros de F1 forem como este que a McLaren desenhou?http://grandepremio.uol.com.br/f1/noticias/video-mclaren-apresenta-visao-de-f1-do-futuro-com-revolucionario-modelo-conceitual-mp4-x

Posted by Grande Prêmio on Quinta, 3 de dezembro de 2015

PADDOCK GP EDIÇÃO #9: ASSISTA JÁ

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