Banco alemão cobra R$ 1 bi de Ecclestone referentes à venda da F1 para grupo de investimentos CVC

Detentor dos direitos comerciais da F1, Bernie Ecclestone afirmou que vai entrar na justiça por conta de cobrança do banco BayernLB

Pelo jeito, o processo de venda da F1 para o grupo CVC continuará estampando as manchetes. O polêmico processo que envolveu Bernie Ecclestone e o grupo financeiro voltou à tona nesta semana, com o banco alemão BayernLB, de propriedade do governo, cobrando de Ecclestone o pagamento de £ 320 mi (pouco mais de R$ 1 bi).

Em junho deste ano, o banqueiro Gerhard Gribowsky foi condenado a oito anos e meio de prisão por conta de seu envolvimento ilícito com o caso. Gribowsky foi acusado de evasão fiscal, suborno e de uma violação do dever fiduciário.

Ao cobrar Ecclestone, o banco alega que, por conta da propina paga por Ecclestone a Gribowsky, o valor da transação foi subestimado. O todo-poderoso da F1 vai acionar judicialmente o BayernLB.

“Já fui chantageado duas vezes. Não quero ser uma terceira”, disparou Ecclestone, em entrevista à agência de notícias ‘Press Association’. “Mas não há nada com o que eu deva me preocupar. Não estou preocupado. Estou alarmado com o absurdo ao qual estou sendo evolvido”, falou.

Questionado, na Índia, se existe alguma chance de que ele seja condenado à prisão, Ecclestone respondeu bem ao seu estilo. “Espero que não, realmente espero que não. Não reclamaria das prisões germânicas, mas eu prefiro não estar em uma prisão em lugar nenhum, para ser honesto”, ironizou o dirigente, que completa 82 anos no próximo domingo (28).

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