BMW reitera que “F1 não é opção”, garante DTM como prioridade e mostra interesse em ingressar na F-E

Harald Kruger, diretor-executivo da montadora bávara desde o mês de maio, deixou claro que não há a menor intenção em voltar à F1, seja como fornecedora de motores ou mesmo como equipe. Com foco total no DTM, a marca não descarta uma entrada no grid da cada vez mais atraente F-E

A BMW foi uma das grandes marcas presentes na F1 na década passada. Primeiro, como fornecedor de motores para a Williams, a montadora bávara se destacou ao ser uma das chaves de tantos triunfos conquistados por Juan Pablo Montoya e Ralf Schumacher. Depois, a marca arrendou a equipe Sauber por três anos e montou sua própria equipe, alcançando uma grande vitória com Robert Kubica no GP do Canadá de 2008.

Mas depois da temporada 2009, a BMW se retirou do certame para se dedicar a outras prioridades. Desde 2012, a fábrica de Munique se dedica ao DTM e tem como um dos seus principais pilotos o brasileiro Augusto Farfus. Este é o principal foco da BMW para os próximos anos, seguir brigando contra as também alemãs Mercedes e Audi em um dos campeonatos mais importantes e disputados do automobilismo mundial.

A BMW brilhou na F1 na década passada. Mas não deve mais voltar à categoria (Foto: Getty Images)

Quanto à F1, Harald Kruger, diretor-executivo da montadora bávara desde maio, deixou claro que não há a menor intenção em voltar.

“O esporte a motor é parte do núcleo da marca BMW, e o DTM é parte importante para todos nós”, garantiu o executivo alemão em entrevista à revista ‘Auto Motor und Sport’ durante o Salão do Automóvel de Frankfurt, nesta semana.

“A F1 não é uma opção para nós. Simplesmente não se encaixa com nossa estratégia a longo prazo”, garantiu Kruger. O alemão, no entanto, disse que “não diria categoricamente ‘não’ a Le Mans” e também à F-E, classe que a BMW “olha de perto”. A categoria dos carros elétricos vem atraindo cada vez mais montadoras, como a Renault e a própria rival da BMW, a Audi.

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