Brawn fala em evitar “show artificial” na F1, mas pede tempo: “Agir rápido pode ser contraproducente”

Ross Brawn quer mudar a artificialidade da F1, revendo decisões tomadas nos últimos anos. Mas, para isso, o escolhido da Liberty Media quer tempo e calma

Ross Brawn tem uma série de mudanças em mente para o futuro da F1. Escolhido pelo grupo Liberty Media para comandar o lado esportivo da categoria, o ex-chefe de equipe já fala em evitar um “show artificial”. Ainda não é claro o que Brawn pretende fazer, mas a tendência é ver mudanças na direção contrária das tomadas ao longo dos últimos anos.
 
O foco das mudanças do dirigente é deixar a categoria mais competitiva. Para isso, já se fala em introdução gradual de novas regras, sem pressa.
 
“Precisamos evitar a tentação de criar um show artificial, como aconteceu nos últimos anos. A asa-móvel, todo mundo sabe que é artificial. Mas concordo com a necessidade de garantir que haja mais competição. Precisamos de paciência para isso. Mudar do preto para o branco seria um erro, trata-se de um esporte complexo”, disse Brawn.
O DRS foi citado por Brawn como artifical (Foto: Reprodução)
“Vamos ter mudanças, certamente. Com Carey na presidência, eu no lado esportivo e Sean Bratches com marketing e mídia, as decisões serão coesas. Vamos envolver a FIA, as equipes e os organizadores”, seguiu.
 
O planejamento de Brawn vai trazer resultados ao longo dos anos. Isso não é por acaso: trata-se do primeiro cargo que o britânico ocupa na esfera administrativa da F1. Um pouco de estudo vem a calhar.
 
“Óbvio que continuidade é importante para todo mundo, mas precisamos ser cuidadosos para preservar a essência dos GPs. Da minha parte, depois de um período de estudo, precisamos pensar em um plano de médio prazo para introduzir inovações gradualmente. Agir rapidamente pode ser contraproducente”, finalizou.
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