Brawn quer grid mais equilibrado e diz que solução para equipes menores é “torná-las mais valiosas e atraentes”

Ross Brawn foi nomeado diretor-esportivo da F1 e já começou a pensar em como fazer para melhorar o orçamento das equipes pequenas do grid. O inglês entende que é preciso tornar os times menores mais atraentes e valiosos

 

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Recém-nomeado diretor-geral e esportivo da F1, Ross Brawn tem grandes planos para tentar equilibrar o grid e revelou que pretende tornar o campeonato “mais saudável de cima para baixo”. A ideia é ajudar as equipes menores a crescer no Mundial, mantendo uma estabilidade.

 
A maior das categorias do esporte a motor no mundo está agora sob o comando do Liberty Media – conglomerado norte-americano do ramo do entretenimento -, que completou a compra da F1 neste mês e já tratou de conduzir mudanças na chefia. Bernie Ecclestone foi retirado do cargo de diretor-executivo e substituído por Chase Carey. Brawn, por sua vez, foi chamado para capitanear todo o lado esportivo.
 
E diante do novo cenário, o engenheiro inglês já prepara uma série de mudanças para melhorar o espetáculo, e isso deve começar pelos times de menor orçamento. "Precisamos encontrar soluções em que as equipes pequenas possam caminhar com seus próprios pés, além de gerar um bom desafio na hierarquia da F1", explicou o dirigente em entrevista à SKY Sports News.
Ross Brawn se preocupa com saúde financeira das equipes menores (Foto: Getty Images)

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"No momento, a estrutura que se tem representa um grande desafio para eles. Precisamos encontrar maneiras de ter uma F1 mais saudável de cima para baixo. Talvez o caminho correto seja tornar os times menores mais valiosos e atraentes, e não só na pista, mas também para as empresas", completou.

 
Brawn, porém, entende que uma alteração mais radical terá de esperar o atual contrato entre as equipes e a F1 acabar. "Temos um vínculo com as escuderias até 2020, então nada vai mudar substancialmente antes disso, a menos que todas as equipes entrem em um acordo."
 
Em 2016, dez das 11 equipes do grid receberam a premiação em dinheiro pela colocação no Mundial de Construtores, mas a Manor, a última colocada, acabou fora e agora se encontra sob administração externa, correndo o risco de deixar o campeonato.
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