‘Campeão do resto’, Ricciardo diz que vitória na Malásia foi épica, mas vê pole em Mônaco como melhor momento no ano

O sentimento de Daniel Ricciardo ao analisar seu desempenho na temporada 2016 da F1 é de extrema satisfação. Não só pela sua forma geral ao longo do campeonato, mas também pela vitória conquistada no GP da Malásia e, sobretudo, a primeira pole da carreira, conquistada em Mônaco, uma corrida que Daniel só não venceu por conta de uma falha da Red Bull no pit-stop

 

Daniel Ricciardo mostra enorme satisfação quando fala sobre seu trabalho ao longo da temporada 2016 do Mundial de F1. O australiano se define como o ‘campeão do resto’ por ter terminado o campeonato em terceiro, só atrás dos dominantes Nico Rosberg e Lewis Hamilton. O piloto de 27 anos viveu grandes momentos, como a vitória no GP da Malásia, lograda à base de competência e também de muita sorte — após ver Lewis Hamilton lamentar a quebra no motor do seu carro. Mas, na visão de Ricciardo, o grande momento em 2016 foi a pole-position conquistada no GP de Mônaco, a primeira da sua carreira.

 
Em entrevista publicada pelo site norte-americano ‘Motorsport.com’, Ricciardo falou do alívio que foi ter vencido pelo menos uma corrida em 2016, um ano que superou as expectativas da Red Bull, que começou o ano imaginando lutar no pelotão intermediário e fechou atrás apenas da Mercedes, superando a Ferrari para ser vice-campeã do Mundial de Construtores.
 
“Se eu não tivesse vencido, se não tivesse acontecido o que aconteceu na Malásia, então olharia para trás e diria que eu deveria ter vencido várias corridas neste ano. Mas, por ter esta vitória, não vou dizer que deveria ter sido melhor. Fui pole, o que não consegui antes, e voltei ao topo do pódio, então isso é incrível. E fui o ‘campeão do resto’, então foi um ano sólido”, comemorou.

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O sorriso mais famoso da F1 se abriu novamente em 2016 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“Nas primeiras corridas do ano, esperávamos estar lutando no meio do grid, então conseguimos uns quarto lugares, e provavelmente o segundo lugar na China, a terceira corrida do ano, mas tivemos uma punição. Mas estava se desenhando algo realmente bom. Em seguida, ficou melhor. A vitória na Malásia foi épica, mas a pole em Mônaco foi, de certa forma, meu melhor momento”, destacou.
 
Apesar de contar com um chassi extremamente eficiente e perfeito para um circuito das características de Mônaco, Ricciardo não era o favorito à pole, mas sim Rosberg e Hamilton. Mesmo assim, Daniel admitiu que se pressionou para garantir a posição de honra no grid. Deu certo.
 
“Não falei pra ninguém, mas coloquei muita pressão em mim mesmo para chegar lá naquele fim de semana e fazer isso. Achei que poderia. Então, para mim, ter feito essa volta foi um alívio porque coloquei muita pressão sobre mim mesmo”, comentou.
 
Ricciardo só não conquistou a vitória em Mônaco, onde mora, em razão de uma falha da Red Bull durante o pit-stop, o que acabou possibilitando a Hamilton conquistar um triunfo importante no Principado.
 
Por fim, Daniel falou sobre a chance de ser companheiro de equipe de Max Verstappen. O australiano deixou claro que não se incomoda por ver o colega sendo bastante paparicado e elogiado pelos jornalistas e críticos, pelo contrário.
 
“Eu vejo de uma maneira que isso é muito legal, porque ele é muito mais respeitado. Então, se eu puder encarar o ano que vem e batê-lo, isso não vai ser ruim. Se todo mundo dissesse que ele era uma porcaria e que ele não merecesse o lugar, e eu tão somente conseguisse superá-lo, então isso não seria muito bom. Então, eu diria que ele é duas vezes melhor que Senna”, brincou o piloto da Red Bull.
 
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