Chadwick admite que “estaria em dilema” com convite para F1: “Quero estar preparada”

A inglesa, atual pilota de desenvolvimento da Williams, afirmou que não sabe se aceitaria uma vaga na categoria atualmente, já que não se vê totalmente preparada para tal

Jamie Chadwick tem dúvidas se aceitaria uma vaga na Fórmula 1 atualmente. A inglesa admitiu que estaria em um grande dilema caso recebesse o convite, já que gostaria de estar no grid só quando se sentisse100% pronta para tal.
 
Em 2020, a competidora renovou com a Williams para seu papel de pilota de desenvolvimento. Com isso, parte para seu segundo ano com o time, onde espera conseguir mais coisas no futuro. Entretanto, mantém os pés no chão.
 
“Caso chegue à Fórmula 1, quero estar completamente pronta para isso e quero estar por mérito. Honestamente, já vi o nível que a Fórmula 1 opera e não acho que estou pronta ainda”, reconheceu com exclusividade ao GRANDE PRÊMIO.
 
“Obviamente que se me oferecessem uma vaga hoje estaria em um grande dilema, mas acho que quero estar 100% pronta. Acredito estar ainda um ou dois anos distante disso, quero me preparar da melhor maneira possível”, continuou.
Jamie Chadwick (Foto: Williams)
A competidora de Bath, na Inglaterra, começou sua carreira aos 11 anos, quando competia de kart. Em 2013, então, passou a competir nos carros, começando uma vitoriosa jornada no esporte a motor.
 
“Meu interesse no automobilismo começou puramente porque meu irmão mais velho começou a correr de kart. Não seguia realmente automobilismo, gostava de Fórmula 1, mas nunca acompanhei de verdade quando era mais nova”, explicou.
 
“Então, quando meu irmão começou a correr, trouxe o esporte a motor para a família. Pilotei seu kart pela primeira vez com 11 ou 12 anos e isso trouxe o interesse”, continuou.
 
A pilota ainda falou que sempre teve o importante apoio da família. “Sempre tive muita sorte de ter minha família me apoiando. Não é sempre fácil no automobilismo”, destacou.
 
“Especialmente quando se é nova, você é tão dependente de sua família te levar para as pistas de corrida e de estar lá para te apoiar desde o começo. Tenho sorte que estavam lá no início e estão até hoje”, emendou.
 
Em sua ainda breve carreira, a inglesa já tem grandes resultados para chamar de seus. Com 21 anos, tem três títulos, um no Campeonato Britânico de GT, um no MRF Challenge 2000 e um na W Series. E como encara isso? 
 
“Creio que é tudo relativo. Para mim, foquei em tudo o que fiz, queria conseguir os melhores resultados, tentar ganhar o campeonato e consegui fazer isso em dois ou três casos”, apontou.
 
“Mas também houve anos em que não conquistei muitas coisas, então é bastante relativo. Sou muito orgulhosa do que já conquistei até agora, mas ainda há muito mais a alcançar. Agora, meu principal objetivo é chegar à Fórmula 1”, seguiu.
 
Por fim, ainda falou sobre as mulheres no esporte a motor. “Creio que está crescendo, há tantas mulheres no esporte a motor, em tantos níveis e capacidades diferentes e acho incrível de ver. Começou a ter um impacto muito mais positivo no esporte e espero que possamos ver cada vez mais mulheres envolvidas”, disse.
 
“Definitivamente não, é algo que quero fazer e conquistar. Obviamente é meu objetivo e o que quero alcançar é estar na F1, então não há uma pressão extra de ninguém mais, pois vem de mim mesma que provavelmente é maior do que de qualquer um. Então não sinto nenhuma pressão extra, é uma época animadora”, concluiu.
 

 
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