F1
09/08/2018 08:39

Chefe da F1 revela busca por novas corridas em quatro continentes para formar calendário de 2020

O Liberty Media, representado por Chase Carey, está disposto a arriscar mais na construção dos próximos calendários da F1. Com o de 2019 já praticamente resolvido, o de 2020 deve trazer novas corridas e novos países e continentes
Warm Up / Redação GP, de Porto Alegre
 Bayfront Park (Foto: Reprodução)
Com o calendário da temporada 2019 da F1 já encaminhado, o foco do Liberty Media e da gerência da F1 passa para 2020. De acordo com Chase Carey, diretor-executivo da categoria, negociações já estão em movimento para trazer novos circuitos – talvez até mesmo em quatro continentes diferentes.
 
“Esperamos finalizar o calendário de 2019 durante as próximas semanas”, disse Carey, entrevistado pelo ‘Motorsport.com’. “Esperamos que seja parecido com o de 2018, já que tivemos sucesso nas renovações. Já estamos passando nossa energia para o calendário de 2020. Estamos especialmente entusiasmados com algumas oportunidades de trazer novos eventos que realmente capturam a imaginação dos fãs”, comentou.
Chase Carey e Ross Brown, agora dirigentes da F1 (Foto: RV Press)
“Estamos debatendo ativamente oportunidades em quatro continentes. A corrida de Miami é uma delas. Inicialmente queríamos essa corrida para o fim de 2019, mas sabíamos que seria muito apertado, principalmente por ser uma corrida de rua que exige a gestão de muitos problemas locais”, seguiu. O plano da F1 agora é realizar a prova em 2020.
 
A nova gestão da F1 fez diversas mudanças, mas ainda não tocou muito na estrutura do calendário de corridas. Mas parece ser questão de tempo, já que Carey está disposto a “arriscar” nos próximos anos.
 
“Se a gente achar que existe algo de positivo no risco, não temos medo de arriscar”, ponderou. “A gente consegue lidar com isso. Gostamos de promotores com a faca nos dentes, isso é importante para nós. Não vamos virar o modelo [de negócios] de cabeça para baixo, mas nós vamos ficar de olho se a possibilidade de retorno justificar os riscos”, encerrou.