Chefe da Force India estuda mudança de nome para dar “ar mais internacional” e atrair novos investidores

Chefe da Force India, Vijay Mallya revelou que está cogitando a possibilidade de uma mudança no nome da equipe, com um objetivo de dar um “ar mais internacional” e atrair novos patrocinadores na F1

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A Force India surpreendeu o grid da F1 ao aparecer, poucos dias antes do início da temporada 2017, com uma pintura rosa, fruto de um acordo com um novo patrocinador, a britânica BWT – empresa especializada em tecnologia da água. Mas agora a equipe indiana considera uma mudança de nome no Mundial, com o objetivo de ganhar um “ar mais internacional” e atrair a atenção de novos investidores. 

 
Em 2007, Vijay Mallya comprou a equipe Spyker, que anteriormente havia sido Midland e Jordan. E a rebatizou de Force India para o campeonato do ano seguinte. A esquadra agora vive sua décima temporada no Mundial e vem crescendo em competitividade ano a ano. Bem estruturada e localizada próxima ao tradicional circuito de Silverstone, a equipe possui um bom contrato de motores com a Mercedes e recebe uma generosa receita vinda dos apoiadores de Sergio Pérez. Com o dinheiro bem empregado, a Force India é a quarta força da F1 desde o ano passado. Mas ainda quer mais.
 
"Eu e os demais acionistas estamos considerando uma mudança e estamos investigando quais os passos a seguir", revelou Mallya, o chefe do time indiano, que mora em Londres, depois de não poder mais viajar a seu país de origem por conta de dívidas com o governo indiano que ultrapassam os £ 700 milhões (R$ 2,7 bilhões).
Vijay Mallya formou a Force India em 2008 (Foto: Force India)

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No mês de abril, Vijlay chegou a ser preso por policiais da Unidade Metropolitana de Extradição da Scotland Yard devido às acusações que responde na Índia por fraude e lavagem de dinheiro.

 
"É uma grande mudança, mas vamos fazer tudo com calma", completou na entrevista que concedeu à publicação alemã 'Motorsport-total'. "Há pessoas que são da opinião de que o nome atual, Force India, de um ponto de vista psicológico tem um efeito restritivo. Na verdade, há um sentimento crescente de que talvez, uma vez que somos um time muito bom em termos de desempenho e que atrai patrocinadores internacionais, mas infelizmente menos indianos, há um debate sobre a razão para não alterar o nome e dar um ar mais internacional", explicou.
 
"Mais importante ainda é que precisamos observar a forma como o cenário se desenha na F1 com a chegada do Liberty. Se eles seguirem o modelo da NFL (a liga de futebol americano), é claro que o nome vai se tornar ainda mais importante porque é um modelo de franquia onde o foco está no nome. Ou o padrão pode continuar. Estas são todas as questões que considerarei com os demais acionistas antes de chegar a uma conclusão", emendou o empresário. 
Sergio Pérez leva uma grande receita para a Force India (Foto: Force India)

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Mallya também falou que havia uma "proposta na mesa" de um patrocinador que abrangia uma mudança de nome, além de integrar a equipe em "negociações para patrocínios adicionais".

 
Por fim, o dirigente garantiu que a alteração no nome não tem a ver com a sua condição perante a Justiça. "O fato de a Índia e eu não sermos mais os melhores parceiros não muda nada. Não tenho considerado uma mudança no nome nos últimos anos. É algo que puramente tem a ver com os acordos de patrocínios", encerrou.
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