F1

Chefe da Haas diz que ambição é bater Red Bull na pista: “Não dá para saber, mas podemos tentar”

Günther Steiner comentou, após a apresentação do novo carro da Haas nesta quinta-feira (7), que sua equipe pode brigar com a Red Bull pela terceira posição no grid. Ou, ao menos, disse que a tarefa não é impossível
Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
 A Haas apresentou a pintura para a temporada 2019 da F1 (Foto: Haas)

Na apresentação do VF-19, seu novo carro para a temporada 2019, a Haas mostrou ao mundo que suas cores serão as mesmas da Rich Energy, empresa que passou a ser a principal patrocinadora da equipe - ou seja, preto e dourado.

E o dono da marca, William Storey, afirmou durante o evento de lançamento que seu objetivo é bater a Red Bull - por se tratar de uma concorrente no ramo de bebidas energéticas. Ele falou em termos de mercado, mas a Haas já sonha com isso nas pistas.

Para Günther Steiner, chefe do time americano, é um sonho possível: "Acho que você tem de tentar ao máximo. Se você não tem objetivos, nunca alcançará nada."

"Fora da pista eu não sei. Mas, nas pistas, com certeza é uma ambição nossa. A Red Bull é uma boa equipe, mas não dá para saber o que vai acontecer. Eu acho que ano passado tínhamos o quarto carro mais rápido, mas acabamos em quinto. Então a próxima é a Red Bull. Podemos tentar", seguiu.
A Haas apresentou a pintura para a temporada 2019 da F1 (Foto: Haas)
Para Steiner, o plano é seguir se colocando em posição que permita essa disputa: "Não sei se vamos conseguir, mas, se você não tentar, com certeza não irá. Por que faria isso se não colocar como meta?".

Para Kevin Magnussen, titular da equipe, o chefe está certo: "Eu acho que é ótimo ter ambições. Não há nada de errado."

Ele só duvida que isso ocorra já em 2019: "Não acredito que isso aconteça neste ano, mas ninguém sabe o que o futuro reserva. Há mudanças no regulamento, talvez um teto orçamentário. Então, quem sabe o que pode acontecer? Você não pode dizer o que é possível neste momento, mas, se você não acreditar, com certeza não irá acontecer", finalizou o dinamarquês.