Chefe da Haas diz que “não há piloto americano pronto para F1”. E recebe enxurrada de críticas: “Nem deu chance”

Chefe da Haas, Guenther Steiner afirmou que os Estados Unidos não têm pilotos prontos para competir na F1, mas despertou a fúria de competidores locais, que acusam a equipe norte-americana de nunca ter dado uma chance aos talentos da casa

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Chefe da Haas, Guenther Steiner despertou a ira de pilotos norte-americanos ao declarar que não tem ninguém pronto nos Estados Unidos para a F1. Os competidores nativos, especialmente os que correm na Indy, se queixaram de a equipe jamais ter dado uma oportunidade para um piloto da casa.
 
A Haas tem hoje Romain Grosjean e Kevin Magnussen como titulares, mas, mesmo com os contratos chegando ao fim neste ano, acredita que não pode contar com um piloto de seu país natal.
Declaração de Guenther Steiner irritou pilotos norte-americanos (Foto: Getty Images)

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“Apenas ter um piloto americano que talvez não possa competir em um certo nível quiçá não seja bom para o esporte”, disse Steiner. “Isso está no topo da nossa lista se tiver alguém bom”, seguiu.
 
“Obviamente, nós queremos um. Mas aí, se tiver um realmente bom, ele viria conosco?”, questionou. “No momento, na minha opinião, não tem ninguém pronto para a F1 nos Estados Unidos”, completou.
 
Pelo Twitter, Conor Daly foi um dos primeiros a responder. 18º na temporada 2017 da Indy, o piloto, que passou por GP3 e GP2, questionou o fato de a Haas seguir se rotulando como uma equipe americana.
 
“Como você pode se chamar de uma equipe ‘Americana’ e barrar totalmente pilotos da sua nacionalidade?”, indagou Conor. “Não houve sequer uma insinuação de considerar um piloto americano bem estabelecido”, criticou.
 
Graham Rahal seguiu a linha do companheiro de Indy e classificou os comentários de Steiner como uma “besteira completa”.
 
“Se você realmente acredita nisso, porque não liga para alguns de nós, dá uma chance”, sugeriu Rahal. “É sempre divertida a mentalidade da Haas. ‘Americanos não são bons o bastante’, mas eles nem nos deram uma chance. Não valem o nosso tempo”, disparou.
 
Tetracampeão da Nascar, Jeff Gordon também reagiu às declarações de Steiner e avaliou que a F1 só vai abraçar pilotos dos Estados Unidos se eles se desenvolverem na Europa.
 
“Os times da F1 nunca verdadeiramente abraçarão um piloto americano a menos que eles os estabeleçam e os treinem na Europa desde os nove ou dez anos”, escreveu Gordon no Twitter. “Têm muitos talentos na América que se tiverem a oportunidade certa e equipamento de qualidade podem ter sucesso”, avaliou.
 
“Mas não vejo isso acontecendo em breve”, frisou.
 
Steiner, porém, sublinha que contar com um piloto dos Estados Unidos não é uma prioridade para a escuderia, especialmente por considerar que Grosjean e Magnussen devem ficar.
 
“Não está no topo da nossa lista. Vale a pena manter os dois”, ponderou. “Os dois querem ficar? Isso vem na sequência. Tem muitos fatores que fazem parte disso”, completou.
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