Chefe da Manor considera retorno à F1 a partir de 2021. Mas condiciona volta a adoção de teto orçamentário

A Manor decretou falência há quase um ano, mas não desistiu de voltar ao grid da F1. Graeme Lowdon, que comandou a equipe britânica, considera retornar ao Mundial na temporada 2021. Mas apenas se a categoria aprovar o polêmico teto orçamentário: “Sem isso, vai ser impossível competir contra as grandes equipes”

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Há quase um ano, mais precisamente em 27 de janeiro, a Manor oficializou sua falência enquanto equipe de F1 e saiu de cena com o projeto do carro novo em andamento no túnel de vento. Mas há uma perspectiva de retorno ao Mundial dentro de três anos. Quem garante é o ex-chefe da equipe na F1 e atual comandante do projeto no WEC, o britânico Graeme Lowdon.

 
Na visão do dirigente, a possibilidade de colocar a Manor de volta ao grid é totalmente condicionada à imposição de um teto orçamentário a partir de 2021, o que permitiria um maior equilíbrio de forças entre as equipes. 
 
FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e o Liberty Media são favoráveis à medida, que encontra frontal resistência na principal equipe do grid, a Ferrari.
A Manor ainda sonha em voltar ao grid da F1 em 2021. Mas só se o teto orçamentário entrar em vigor (Foto: Getty Images)
Em entrevista veiculada pelo jornal finlandês ‘Turun Sanomat’, Lowdon deixou claro que não há como voltar à F1 se o cenário seguir como está. “Se nada mudar e não houver um limite orçamentário, e se o orçamento de um carro seguir sendo o atual, não podemos voltar à F1 porque vai ser impossível competir contra as grandes equipes”.
 

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“Da parte da FIA e do Liberty Media, estamos escutando que eles trabalham para reduzir os custos e os valores dos motores para favorecer as equipes independentes. Neste caso, estamos interessados em voltar, tanto John Booth quanto eu, já que temos assuntos pendentes na F1”, complementou o britânico.

 
Enquanto ainda sonha com a possibilidade de voltar à F1, Lowdon segue no comando de um muito promissor projeto para a Manor no Mundial de Endurance. Para a chamada ‘super temporada’ 2018/19, a equipe vai trabalhar em duas frentes: uma na LMP1, em parceria com a Ginetta, e outro na classe LMP2, onde figura desde a temporada 2016.

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