Chefe da Mercedes aposta em boa performance na China e destaca retrospecto de Rosberg em Xangai

Ross Brawn acredita que a Mercedes seguirá em boa forma no terceiro GP da temporada, no próximo domingo, na China. O dirigente britânico destacou o bom desempenho de Nico Rosberg, que venceu em Xangai na temporada passada


Depois de duas corridas na temporada 2013 do Mundial de F1, o otimismo toma conta da Mercedes. A performance consistente do W04, sobretudo no GP da Malásia, garantiu o primeiro pódio do ano à equipe com Lewis Hamilton, além de mais 12 pontos graças ao quarto lugar conquistado por Nico Rosberg em Sepang. Na visão de Ross Brawn, a expectativa para a próxima etapa do ano, em Xangai, no próximo domingo, é de seguir entre os ponteiros.

Para isso, a Mercedes desenvolveu atualizações pontuais para o W04 de Hamilton e Rosberg. Quanto ao alemão, Brawn lembrou seu retrospecto positivo no palco do GP da China, que será disputado pela décima vez na F1. Vencedor no ano passado em Xangai, Nico dominou a prova ao largar na pole e só foi superado durante as janelas para troca de pneus. Foi a primeira vitória da Mercedes desde os tempos do mítico Juan Manuel Fangio, na década de 50.
Brawn destacou o ótimo retrospecto de Nico Rosberg em Xangai (Foto: Getty Images)

Em entrevista à emissora britânica Sky Sports, Brawn se mostrou bastante confiante no potencial do carro e também na forte dupla Hamilton-Rosberg. “Não há motivos para não estarmos no grupo da frente. Nós demos alguns passos que gostaríamos de ter feito com o carro e ele parece estar se comportando bem. E temos dois grandes pilotos”, destacou.

O dirigente lembrou o bom desempenho que a Mercedes costuma ter em Xangai. Nos últimos três anos, a Mercedes sempre circulou no rol dos quatro primeiros da corrida e liderou 78 das 168 voltas disputadas no circuito chinês. 

Para Brawn, a pista tem a cara de Rosberg e isso explica o bom desempenho do alemão em Xangai. “Nós sempre fomos bem na China, e Nico, em particular, é muito forte lá. Parece ser uma pista que é a sua cara”, disse.

Até mesmo o desgaste de pneus, outrora uma grande preocupação da Mercedes, parece não ser motivo de dor de cabeça para o comandante do time de Brackley. “É uma pista que [o desempenho do] pneu dianteiro é limitado por conta da natureza das curvas. Ela não é limitada para os pneus traseiros, e possivelmente, ao longo dos últimos anos, isso tem sido o ponto fraco em termos de durabilidade dos traseiros”, explicou. “Acho que agora é melhor”, concluiu o dirigente.
 

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