F1

Chefe da Mercedes cita temporada 2016 e revela que relação com Hamilton nem sempre foi tão forte

Chefão da Mercedes, Toto Wolff fez uma avaliação dos últimos anos da equipe na F1 e admitiu que a relação com Lewis Hamilton sobre altos e baixos e que nem sempre foi tão forte quanto agora. O auge da desavença foi em 2016, durante a dura briga entre o inglês e o alemão Nico Rosberg
Warm Up / Redação GP, de Curitiba
 Lewis Hamilton e Toto Wolff foram alguns dos premiados da noite (Foto: FIA)
Lewis Hamilton e a Mercedes são as grandes figuras da era híbrida da F1. Desde a introdução das unidades de potência em 2014, a equipe alemã venceu todos os campeonatos até ano passado, enquanto o inglês ganhou quatro títulos mundiais, sendo derrotado apenas uma única vez, em 2016, quando o companheiro de equipe, Nico Rosberg, foi campeão. Uma fase tão vitoriosa leva-se a crer que a esquadra prateada nunca encarou problemas dentro de suas garagens. Mas não é bem assim, segundo Toto Wolff, o chefão da Mercedes.
 
O austríaco lembrou que o relacionamento com Hamilton nem sempre foi tranquilo. No ano em que Rosberg venceu o Mundial, o time prata precisou administrar uma séria e tensa rivalidade entre os dois pilotos. A disputa foi tão acirrada que o alemão acabou optando por uma aposentadoria precoce. Depois da saída do filho de Keke, Wolff conseguiu se reaproximar de Lewis, de forma mais definitiva.
Toto Wolff revelou que a relação com Hamilton nem sempre foi fácil (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
"Com Lewis, tivemos de dar mais tempo. Olha para trás e como foi o final da temporada 2016, isso nos deu a chance de criar raízes mais forte e reestabelecer o nosso relacionamento", disse o dirigente em declaração à revista inglesa 'Autosport'.
 
"Desde então, tivemos bons momentos e a confiança só aumentou. É importante para ele, para mim e para a equipe, que possamos dizer que confiamos uns nos outros, e que isso não dito de maneira leviana", completou.
 
Em 2018, Hamilton viveu uma de suas melhores e mais fortes temporadas na F1. A quinta taça do mundo veio depois de vencer Sebastian Vettel e de exibições primorosas, mesmo em corridas em que não era o favorito.