F1

Chefe da Red Bull fecha portas para Ferrari e garante Ricciardo e Verstappen para temporada 2017

Christian Horner, o chefão da Red Bull, confirmou que terá Daniel Ricciardo e Max Verstappen no time na próxima temporada da F1. E sinalizou que manterá a dupla por ainda mais tempo. Horner também forneceu mais detalhes sobre o rebaixamento de Kvyat à Toro Rosso
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Christian Horner (Foto: Getty Images)
Christian Horner, o chefão da Red Bull, colocou um ponto final sobre as especulações em torno de seus pilotos para a próxima temporada da F1. Horner assegurou no Canadá que o time terá os seus dois atuais condutores não só em 2017, mas também para o futuro. Max Verstappen juntou-se ao time antes do GP da Espanha deste ano, ocupando o lugar de Daniil Kvyat, rebaixado à Toro Rosso. O promissor holandês divide o time com Daniel Ricciardo, desde 2014 na escuderia. 
 
Fala-se nos bastidores que o contrato de Ricciardo com a Red Bull se encerra este ano, abrindo caminho para o australiano assinar com a Ferrari. Horner, no entanto, foi enfático ao negar essa informação. "Está errada. Seu contrato não chega ao fim nesta temporada", cravou.
Daniel Ricciardo e Max Verstappen estão garantidos na Red Bull em 2017 (Foto: Red Bull)
Perguntado sobre as chances de a Red Bull manter a mesma dupla para 2017, Horner acrescentou: "Sim, mas não apenas para 2017", deixando claro que confia nos seus pilotos e não pretende substitui-los tão cedo.
 
Na oportunidade, o homem-forte da Red Bull deu mais detalhes sobre a decisão de trocar Kvyat por Verstappen ainda no início do ano. Segundo ele, o russo estava com dificuldades para lidar com a pressão de ser um piloto Red Bull.
 
"Nós temos uma grande quantidade de informações sobre os pilotos no carro e no simulador. E ficou claro para nós que Daniil, quando comparado com seu companheiro de equipe, estava brigando com certos aspectos do carro. Por isso, foi uma combinação de coisas, além da cada vez maior pressão sobre ele."
 
"Ficou claro que a coisa a fazer era tirá-lo dessa pressão e colocá-lo de volta a um ambiente em que estava mais familiarizado. Se a Red Bull não considerasse Daniil um talento excepcional, o relacionamento teria terminado ali", encerrou.
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