Chefe da Red Bull fica com pé atrás e teme que restrições ao rádio da F1 tenham “ido longe demais”

Christian Horner teme que a longa lista de restrições à comunicação entre equipes e pilotos tenha passado do ponto. O dirigente também argumenta que, com menos conversas pelo rádio, o público vai perder um elemento importante

Em uma temporada que não teve grandes mudanças nos carros, a grande mudança de regulamento da F1 para 2016 passa a ser a restrição à comunicação entre equipes e pilotos através do rádio. Agora existe uma lista de assuntos e informações que não podem ser discutidas durante os GPs, fazendo com que as estrelas da categoria se virem sozinhas. Para o chefe da Red Bull, Christian Horner, a medida resulta em receio: Horner pensa que a FIA pode ter ido “longe demais”.
 
E Horner não se preocupa somente com a comunicação com pilotos. O dirigente destaca que, com menos conversas pelo rádio, o público perde um elemento importante das transmissões de TV.
 
“Eu acho que vai ser uma descoberta, e espero que não tenhamos ido longe demais na questão do rádio. Estão tirando um elemento do diálogo entre engenheiro e piloto que costumava ser interessante para o público. De qualquer forma, temos algumas mudanças neste ano, vamos ver como será”, disse.
Daniel Ricciardo durante o segundo treino livre nesta sexta-feira em Melbourne (Foto: Getty Images)
Fernando Alonso vê a questão com outro ponto de vista, mas expressa receios semelhantes aos de Horner. O bicampeão do mundo pensa, por exemplo, que é um exagero aplicar as medidas aos treinos livres da F1.
 
“Não acho que vai ser algo sério, mas as restrições provavelmente são um pouco extremas demais, especialmente para treinos livres. Eu entendo que, na corrida, deveria ser o piloto sozinho com seu instinto”, apontou.
 
“Mas em treinos têm vezes em que não conseguimos testar algo por esquecer alguma coisa, e eles não podem nos contar. Não existiria nenhuma ajuda nisso, só estamos testando em um treino livre. É um pouco estranho”, finalizou.
 
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