Chefe diz que Mercedes tinha “probabilidade de 90%” de superar Ferrari no Bahrein com estratégia de Bottas

O diretor-executivo da Mercedes, Toto Wolff, avaliou que a equipe alemã teve a faca e o queijo na mão para vencer a prova com Valtteri Bottas após a estratégia de realizar apenas uma parada nos boxes. De acordo com ele, a Mercedes até acreditou que venceria

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A Mercedes mudou a estratégia e passou perto de tomar a vitória da Ferrari no GP do Bahrein do último domingo, 8 de abril. De acordo com o diretor-executivo da marca alemã, Toto Wolff, a equipe achou que tinha vencido a prova após colocar os pneus médios no carro de Valtteri Bottas para que o finlandês fizesse apenas uma parada nos boxes.

 
Wolff avaliou a mudança de estratégia e a confiança da Mercedes nos pneus médios após a primeira parte da prova. A expectativa era que Vettel, que colocou pneus macios no que acabou sendo a única parada também dele nos boxes, parasse novamente ou ficasse sem ritmo por conta dos pneus gastos. Nada disso aconteceu.
 
"Achamos que tínhamos ganho a corrida depois de voltar à pista com pneus médios atrás de Sebastian com uma desvantagem que conseguimos descontar. E sabendo que ou eles precisariam parar de novo ou ficariam sem pneus e nós conseguiríamos apertar. Esse foi o momento em que eu disse que havia uma probabilidade de, eu diria, 90% de que nós venceríamos. Mas perdemos", afirmou após o fim da corrida.
 
A Ferrari percebeu e resolver deixar Vettel na pista apesar do desgaste dos pneus. No fim da prova, Bottas atacou, mas o tetracampeão se defendeu com sucesso.
 
"Percebemos bem cedo que o pneu médio era bom. Vimos com Alonso e então decidimos tentar os médios e ver como seria em nosso carro, ainda com a opção de parar duas vezes", argumentou. "Valtteri imediatamente tinha um ótimo ritmo, então ficou claro que podíamos chegar ao fim com os médios. Mas ainda tinha uma possibilidade da Ferrari fazer o mesmo", apontou.
Toto Wolff (Foto: Divulgação/Twitter)

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Wolff elogiou a decisão da Ferrari de se arriscar – que, no fim das contas, deu certo e impulsionou Vettel para a segunda vitória em duas provas.

 
"Isso é assumir riscos porque, no fim das contas, o carro de Vettel era provavelmente 2s mais lento que o de Valtteri, então se a corrida tivesse mais uma ou duas voltas ele teria perdido. Mas o 'se' não conta, e Sebastian e a Ferrari mereceram a vitória. Se adaptaram à situação", afirmou.
 
Wolff lamentou apenas o fato de a Mercedes não ter conseguido tomar a atitude final rumo à vitória: a ultrapassagem final. 
 
"O que foi interessante de ver foi que talvez o ritmo da Ferrari não foi tão bom quanto esperado. Eles estavam poupando combustível desde o começo, o que com certeza custou desempenho a eles. Sem Ricciardo [que abandonou logo na segunda volta] lá, nosso ritmo era sólido. Foi sólido com supermacios, na verdade. Eu acredito que provavelmente poderíamos ter ido [ainda] mais rápido", avaliou.
 
"Não sei se Sebastian começou a poupar combustível, Kimi, sim, mas estávamos pelo menos no mesmo ritmo com os supermacios. Com pneus médios nosso ritmo foi muito satisfatório, mas obviamente não vimos esses pneus na Ferrari", encerrou ao tentar comparar o rendimento das duas rivais.
 
A F1 já volta neste próximo fim de semana com o GP da China.
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