Chefe lembra demissão em massa e culpa Briatore por déficit de potência da Renault: “Continuamos pagando o preço”

Chefe da Renault, Cyril Abiteboul afirmou que o déficit de potência atual é reflexo de uma decisão tomada por Flavio Briatore em 2007. Dirigente considerou que a fábrica francesa segue pagando pela opção do italiano de demitir um grupo de funcionários

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Chefe da Renault, Cyril Abiteboul culpou Flavio Briatore pelo atual déficit de potência do motor francês. De acordo com o dirigente, decisões tomadas pelo italiano em 2007 ainda impactam a performance da equipe.
 
Ao longo do tempo, a Renault deu inúmeras justificativas para o déficit de seu motor V6 em comparação com Mercedes e Ferrari, apontando problemas como dirigibilidade, agressividade e dificuldades de engenharia, mas agora Abiteboul encontrou alguém a quem culpar.
Cyril Abiteboul culpou Briatore por performance do motor V6 (Foto: Bernard Asset/DPPI)

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Falando à publicação francesa ‘Auto Hebdo’, Abiteboul afirmou que a Renault continua “a pagar o preço pela decisão de Flavio Briatore de demitir centenas de pessoas”.
 
“Viry-Châtillon é uma equipe que precisa ser reconstruída e onde todos precisam aprender a trabalhar juntos mais uma vez”, disse Abiteboul. “Hoje, nós continuamos a pagar o preço pela decisão de Flavio Briatore em 2007 de demitir centenas quando foi decidido congelar o desenvolvimento do motor”, seguiu.
 
“Foi uma retirada da F1, enquanto a Mercedes manteve suas atividades, adquiriu a Ilmor e investiu no futuro com vários projetos viários que prefiguraram o que aconteceria na F1”, justificou. 
 
Recompondo a Renault, Abiteboul agora considera que a equipe ainda precisa de tempo para aprender a trabalhar junta.
 
“Desde que assumi o comando [em 2014], recrutei uma centena de pessoas em Viry-Châtillon”, contou. “A estrutura foi, obviamente, modificada, com a redistribuição de responsabilidades. As pessoas agora precisam trabalhar juntas e se entender sem palavras”, concluiu.
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