Com apenas dois pontos no Mundial, Ricciardo crê em permanência na Toro Rosso em 2013

Principal aposta do programa de jovens da Red Bull desde Sebastian Vettel, Daniel Ricciardo faz um Mundial apagado pela Toro Rosso. Foram apenas dois pontos conquistados e a lanterna dentre os pilotos das equipes consolidadas em 2012

Daniel Ricciardo é, depois de Sebastian Vettel, a grande aposta da Red Bull para a F1. Não foi por acaso que a empresa austríaca, comandada por Dietrich Mateschitz, comprou uma vaga de titular na HRT para dar quilometragem ao jovem australiano em 2011. No fim daquele ano, Daniel foi promovido, assim como Jean-Éric Vergne, ao posto de titular da Toro Rosso, substituindo Sébastien Buemi e Jaime Alguersuari. Mas seu primeiro ano correndo pelos taurinos de Faenza tem sido um tanto decepcionante.

Fazendo o possível com o STR7, Ricciardo espera seguir em Faenza para 2013 (Foto: Red Bull/Getty Images)

Com exceção das equipes novatas, a Toro Rosso foi a equipe que menos pontuou na primeira parte do Mundial de 2012. Vergne somou quatro pontos, enquanto Ricciardo terminou em nono marcou apenas dois, justamente correndo em casa, na Austrália, após ter largado em décimo. Daniel fez boa classificação também no Bahrein, quando largou em sexto, mas foi só.

O australiano, de 23 anos, vem sentindo na pele a falta de experiência e o aprendizado à frente de um carro bastante fraco. Ciente da falta de bons resultados e, principalmente, da forte pressão que os pilotos do programa da Red Bull costumam sofrer, Ricciardo tenta se garantir para o ano que vem. Sua esperança é ficar na Toro Rosso, desde que o restante da sua temporada não seja desastroso.

“Diria que vou continuar, a menos que eu faça muito mal as próximas corridas. Nas classificações eu tenho ido bem”, comentou Daniel à revista alemã ‘Motorsport-Total’. “As corridas têm sido de altos e baixos, mas venho conseguindo fazer algumas boas corridas e seguir forte na classificação, então acho, sinceramente, que tenho feito o que é possível.”

Consciente de que é impossível mostrar seu potencial em apenas uma temporada, e ainda mais contando com um carro que nem de longe tem o mesmo ritmo das outras equipes do pelotão intermediário, como Williams, Force India e Sauber, Ricciardo pede para, pelo menos, continuar por mais um ano na Toro Rosso. “Teria de ter outro ano, já que há muito para aprender”, concluiu.

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