F1

Com dívida acima de R$ 500 mil no Banco do Brasil, Fittipaldi tem contas bancárias bloqueadas

De acordo com o UOL, o Tribunal de Justiça de São Paulo bloqueou nove contas bancárias ligadas a Emerson Fittipaldi. O objetivo era coletar o dinheiro necessário para pagar dívida de R$ 560 mil com o Banco do Brasil, mas todas as contas estavam zeradas

Grande Prêmio / Redação GP, de Berlim
Emerson Fittipaldi, com graves problemas financeiros nos últimos anos, sofreu novo revés. O ex-piloto brasileiro, bicampeão da Fórmula 1, teve contas bancárias bloqueadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, de acordo com informação do portal UOL.
 
A ação tinha por objetivo quitar dívida de R$ 560.694,50 que Fittipaldi tem com o Banco do Brasil. Para isso, nove contas bancárias ligadas ao piloto e à empresa EF Marketing e Comunicação foram paralisadas. Mesmo assim, a ação não resolveu o problema: ainda de acordo com o UOL, as nove contas em questão estavam zeradas. Dessa forma, a justiça paulista agora busca outras contas do bicampeão para quitar o valor.
Emerson Fittipaldi enfrenta problemas financeiros (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Sem dinheiro para quitação do valor, o entrave entre Fittipaldi e Banco do Brasil se alonga. A instituição financeira teve o primeiro desentendimento com o ex-piloto em 2014: na ocasião, Emerson foi processado sob a alegação de não quitar nenhuma das 15 parcelas de concessão de crédito, emitida para o financiamento de empreendimento rural.

O valor em questão, de R$ 195.595,73, foi o ponto de partida para a dívida que já supera a casa dos R$ 550 mil.
 
O Banco do Brasil representa apenas uma das esferas dos problemas de Emerson Fittipaldi. Os problemas do piloto se tornaram públicos em 2016, quando uma reportagem da TV Record revelou dívida total de R$ 27 milhões, situação que logo se tornou impeditiva para a sequência das 6 Horas de São Paulo, prova do Mundial de Endurance.

No aspecto pessoal, Emerson viu carros e troféus sendo penhorados, processo que logo seria revertido. Um ano depois, em 2017, o ex-piloto disse ao GRANDE PRÊMIO se sentir parte de “um teatro” e disse estar buscando o fim das dívidas “na medida do possível”.